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A Webcitizen é uma empresa inovadora que propõe estimular o engajamento cívico e aproximar os cidadãos entre si, de seus governos e da iniciativa privada. Temos como foco o emprego de tecnologias digitais para a criação de canais de participação, trazendo mais abertura, transparência e democracia para a administração pública e privada, promovendo um diálogo colaborativo, um senso de comunidade acessível e significativo, e em uma última análise, ajudando a criar um mundo melhor.

Aproximando cidadãos

18 de julho de 2011

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Nossas boas vindas ao Movimento Minas

Estamos acompanhando de perto o nascimento de um projeto que será uma experiência inspiradora e também um grande aprendizado. Em parceria com a Webcitizen, o Governo de Minas Gerais acaba de lançar o Movimento Minas, uma plataforma que convida toda sociedade a participar da gestão do Estado, construindo coletivamente soluções e, mais importante, dividindo responsabilidades para enfrentar 10 grandes desafios.

Esse é um passo importante na busca por um novo modelo de gestão pública, que como o próprio governador Antonio Anastasia disse, tem o cidadão como foco e entende que o governo sozinho não é capaz de solucionar todos os desafios: “O governo se afoga com os problemas do dia a dia e precisa dessa troca com a sociedade para ter novas ideias”. Para o governador, poder contar com a iniciativa privada, academia, ONGs e cidadãos para pensar e colocar em prática novas soluções é extremamente enriquecedor. “A nossa vontade é que a sociedade participe mais intensamente das questões do governo. De forma plena. O que buscamos é uma maior interação. Uma troca de ideias de maneira livre e informal”

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Na última terça-feira, o governador reuniu para um almoço no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, 21 padrinhos, de diversas áreas de atuação, para conhecer de perto o Movimento Minas e iniciar os primeiros brainstorms. Foi impressionante, notar o quanto é potente reunir pessoas de diferentes áreas de atuação, que nem sempre tem possibilidade de interagir, como a estilista Terezinha Santos, o presidente da Usiminas, Wilson Brumer, o escritor Ziraldo, o campeão olímpico Giovane Gávio, o cantor Samuel Rosa e o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo. Todos discutindo melhorias para o estado, como o Movimento Minas propõe.

À noite, num encontro aberto ao público no auditório do BDMG, o governador fez o convite à toda a sociedade para que participe mais ativamente da gestão pública. Em seguida, Ronaldo Lemos e Carla Mayumi, duas pessoas que inspiram o projeto, conversaram com o público. Ronaldo Lemos falou sobre como a cultura digital e política têm caminhado juntas, citando casos como da Islândia, que está elaborando sua nova constituição colaborativamente, por meio de ferramentas como o Facebook.

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Para explicar o que alimenta ações como essa, Carla Mayumi trouxe o resultado da pesquisa Sonho Brasileiro, na qual a empresa de pesquisa Box 1824 traçou um perfil dos jovens brasileiros e descobriu algumas características importantes para projeto como o Movimento Minas. Chamados de jovens-ponte, eles se sentem responsáveis pelo coletivo e vão além da crítica. Eles agem, de fato. Além disso, circulam por grupos diversos, levam e conectam ideias de cada um deles e têm poder de mobilização.

O encerramento do encontro aconteceu com uma intervenção do Coral Voz & Cia cantando do meio da plateia e lembrando a força e o impacto que muitas vozes juntas podem ter.

Pionerismo, exemplo, inovador, ousadia. Essas foram as palavras que mais ouvimos das pessoas com quem conversamos durante todo o dia. E são exatamente elas que dão o tom do desafio que os mineiros e o governo têm pela frente. Todo caminho novo requer aprendizado, pede novas posturas, um novo olhar e até novas formas de se fazer as mesmas coisas.

O Movimento Minas é uma plataforma em construção, um projeto colaborativo aberto a todos, uma possibilidade real que os mineiros têm em contribuir na construção do futuro do estado.

por Mari Fonseca

18 de julho de 2011

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Nos tornarmos nativos do planeta

“Quando se fala em sustentabilidade as pessoas logo começam com um não desperdice, não use tanto o seu carro, economize água etc. Mas proteger não é destruir menos, proteger não é minimizar a destruição”, em resumo, é com esse olhar sobre as questões ambientais que o químico alemão, Michael Braungart, começa seus estudos. “Não queremos mais minimizar o mal, temos que fazer o bem.”

Para Michael, é fundamental que reiventemos o modelo produtivo da humanidade. Junto com o arquiteto americano William McDonough, ele escreveu o livro “Cradle to Cradle” (de berço a berço) traçando um sistema no qual não há residuo na produção industrial. Segundo ele, temos que parar de usar materiais como o PVC que não é incorporado pelo meio ambiente, e buscar um formato onde tudo o que é consumido pode ser reabsorvido pelo sistema.

“Devemos nos tornar nativos desse planeta, parar de delegar essa tarefa aos ianomâmis ou aborígines.” Em nossa última conversa, Michael disse que acredita na possibilidade do Brasil se tornar uma referência na proposta do sistema “Cradle to Cradle”, segundo ele, o prefeito do Rio de Janeiro já mostrou interesse em aplicar o modelo na cidade.

Por Mari Fonseca

6 de julho de 2011

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“Repartam a esperança”

“A floresta será salva” assim Thiago de Mello assina o e-mail contando que está de malas prontas para representar o Brasil no Festival Internacional de Poesia de Medeelín. Thiago já completou 40 anos duas vezes, como gosta de dizer, e garante que a segunda vez foi melhor e bem mais cheia de esperança que a primeira. E é isso que o poeta amazonense pede para que repassemos: a esperança. A esperança na salvação da floresta e na construção de uma sociedade humana mais solidária.

“Na verdade o que importa, antes que a vida apodreça, é trabalhar na mudança do que é preciso mudar, cada um na sua vez e cada qual no seu lugar”.

Por Mari Fonseca

Aniversário da Independência dos EUA

“Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, que entre estes estão a vida, a liberdade e a procura da felicidade. Que a fim de assegurar esses direitos, governos são instituídos entre os homens, derivando seus justos poderes do consentimento dos governados; que, sempre que qualquer forma de governo se torne destrutiva de tais fins, cabe ao povo o direito de alterá-la ou aboli-la e instituir novo governo, baseando-o em tais princípios e organizando-lhe os poderes pela forma que lhe pareça mais conveniente para realizar-lhe a segurança e a felicidade.”

Esse é o início do famoso segundo parágrafo da Declaração de Independência dos Estados Unidos, escrita por Thomas Jefferson e que em 4 de julho de 1776 marcou a independência das 13 colônias inglesas na América. E é exatamente o 235º aniversário de assinatura desse documento que os estadunidenses comemoram hoje.

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Na última sexta-feira, à convite do Consulado Geral dos Estados Unidos, em São Paulo, participamos de um dos encontros que marcou as comemorações por aqui. Ouvimos do Cônsul Geral, Thomas Kelly, a importância da proximidade entre Brasil e EUA, e o aumento das conexões entre os dois países. E do embaixador, Thomas Shannon, um discurso emotivo lembrando todos os valores democráticos que fazem parte da Declaração de Independência e que são referência até hoje como o direito à vida, à liberdade e à busca pela felicidade.

Nosso relacionamento com o Consulado começou há pouco mais de seis meses, quando eles nos visitaram para conhecer a Webcitizen e entender como funcionam nossos projetos de engajamento cívico. Logo depois fomos convidados para um almoço na casa do Cônsul Geral para conhecer o Conselheiro Sênior de Inovação do Departamento de Estado dos EUA, Alec Ross (@AlecJRoss para os mais de 350 mil seguidores), que estava em busca dos techleaders brasileiros. Entre os motivos do encontro estavam a vontade de conhecer as dificuldades de empreender tecnologia no Brasil, entender como melhorar a educação voltada para o empreendedorismo, estimular o intercâmbio de profissionais da área e trabalhar a cultura de techstar estimulando o surgimento de novos empreendimentos sempre importantes para o desenvolvimento do país.

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Motivar, promover e desenvolver ferramentas de webcidadania fazem parte da missão da Webcitizen e exatamente por isso não poderíamos deixar de celebrar essa data tão rica em valores democráticos.

Fica aqui o nosso: Congratulations!

Por Mari Fonseca

30 de junho de 2011

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Brasil no Top 5 do crowdfunding

A start-up Ideias.me fez um mapa localizando as principais iniciativas de crowdfunding mundo a fora e constatou que o Brasil é um dos cinco países que mais desenvolvem esse modelo de financiamento colaborativo via internet. Cada vez mais brasileiros estão contribuindo, com pequenas quantias, de maneira colaborativa, via redes sociais, para viabilizar uma ideia ou projeto que apóiam.

Aqui no blog mostramos a iniciativa do Catarse que já arrecadou 22% do valor necessário para a compra do Ônibus Hacker (ainda dá tempo de contribuir), mas existem diversas outras.

mapa crowdfunding

O Brasil tem um grande potencial para desenvolver ainda mais esta poderosa ferramenta de transformação social, principalmente após vermos os resultados da pesquisa “Sonho Brasileiro” que mostrou que os jovens estão preocupados em fazer algo pelo coletivo, seguindo a lógica de que pensar no outro não exclui pensar em si mesmo.

Se ao que parece grande parte da sociedade quer que este modelo econômico pegue de vez, será necessário uma mudança cultural, que envolve confiança, transparência e visão empreendedora. Por isso, mais do que projetos, o crodwfunding é capaz de gerar transformações sociais imensas que vão contribuir para que o Brasil melhore de posição em outros rankings.

Por Dani Larama

29 de junho de 2011

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Melhorar o relacionamento entre o homem e a natureza

Silvio Machini é zoólogo, criador da Escola da Amazônia e militante na luta para a conservação da biodiversidade. Para ele, um dos passos mais importantes dessa causa é melhorar o relacionamento entre o homem e natureza. Nós somos o principal desafio a ser estudado e analisado quando se trata da existência de várias outras espécies.

Os biólogos e pesquisadores da biodiversidade não estão habituados a entender de comportamento humano. Por outro lado, comunicólogos, sociólogos e psicólogos não estão muitas vezes envolvidos com a causa da conservação. Juntar essas áreas de conhecimento é o trabalho que Silvio vem desenvolvendo: “É preciso ter uma abordagem mais completa de Conservação da Biodiversidade, uma abordagem que tenha como ponto de partida o comportamento humano e que investigue os fatores – não somente os legais e econômicos, mas também os cognitivos, afetivos e sociais – que determinam a maneira como nos comportamentos acerca do mundo vivo“.

Sua talk mostra seus estudos sobre a onça-pintada e o relacionamento do homens com esse símbolo nacional que povoa o imaginário, as lendas e histórias contadas pelos brasileiros.

Silvio lembra com carinho da sua participação no TEDxAM: “Foi uma experiência surreal. A mistura do Rio Negro com o público interessado e interessante me impressionou de maneira profunda”. De lá para cá, ele manteve contato com a palestrante Larissa Oliveira para colaboração em projetos que estudam os conflitos entre gente e carnívoros e ainda com participante Karina Miotto para uma parceria na produção do documentário “O que é a Amazônia”. A Escola da Amazônia também lançou na Fundação Zoológico de São Paulo um para conservacionistas que aborda as teorias e práticas das ciências sociais usadas para entender e influenciar o público. E por fim, acaba de sair do forno o livro do Silvio, “Predadores Silvestres e Animais Domésticos: Um Guia Prático de Convivência”, em co-autoria com Sandra Cavalcanti e Rogério Cunha de Paula, pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (CENAP/ICMBio, Ministério do Meio Ambiente).

Por Mari Fonseca

21 de junho de 2011

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O Sonho Brasileiro

Copa do Mundo, Olimpíadas e a capa épica da revista The Economist – com o Cristo Redentor decolando. Estes foram alguns dos signos que João Paulo Cavalcanti, sócio da Box 1824, apresentou quando subiu ao palco do TEDx São Paulo (em novembro de 2009) para falar sobre um momento único do Brasil, de reconhecimento internacional e um otimismo interno.

Neste contexto, a pesquisa Sonho Brasileiro foi lançada, com a missão de descobrir qual o futuro do Brasil. Qual o propósito que este este país escolhido, escolheria para si. A pesquisa foi realizada durante cerca de dois anos e uma prévia do resultado foi apresentada também no TEDxAmazônia, por Carla Mayumi – que coordenou de perto o decorrer do projeto.

A pesquisa passou por três fases: qualitativa, quantitativa e semiótica. Em todos os momentos, o olhar esteve voltado a jovens de 18 a 24 anos, por seu alto poder de influência, impactando tanto os mais novos, quanto os mais velhos. Foram realizadas quase 2000 entrevistas, com jovens de 173 cidades e 23 estados.

O resultado tem duas perspectivas importantes para todos nós. A primeira é a forma como a pesquisa foi conduzida e apresentada. A Box 1824, também descobriu pelos caminhos do projeto a importância social do conhecimento que tinham acumulado com seu trabalho e tomaram a decisão corajosa de dedicar 1/3 do seu lucro anual ao Sonho Brasileiro. Só na fase final, dois parceiros se uniram: a Pepsico e o banco Itau. E ontem, toda a pesquisa foi disponibilizada na Internet.

Este já é um dos resultados do Sonho Brasileiro e um reflexo das mudanças culturais que estamos vivendo, em todo o processo de construção de conhecimento. Transformações que extrapolam o projeto.

Quanto ao retrato dos 25.906.194 de jovens com 18 a 24 anos, o destaque e também a melhor surpresa são os 8% (1 a cada 12) de “jovens-ponte” revelados. Os Jovens-ponte trabalham pelo coletivo, com poder de influência transformador. Eles transitam por mais grupos que a média das pessoas, o que aumenta não apenas o nicho de sua ação, mas também amplia e diversifica sua visão.

Para os jovens-ponte, felicidade, atuação social e trabalho caminham juntos. Política e cidadania fazem parte do seu cotidiano. E para nós, tudo isso é muito inspirador, por nos mostrar que o trabalho que fazemos está representado ali e que junto com a Webcitizen, muitas transformações estão acontecendo. Confira o resultado completo e comente aqui o que mais te chamou a atenção.

Simples e eficiente

Nós precisamos de luz para enxergar melhor e a sociedade prega que precisamos de mais lâmpadas e que essas sejam ainda mais potentes. Será? Nielsen Mury Bastos pergunta e ele mesmo responde: não.

Nielsen é gerente de Serviços Prediais, na Oi, uma espécie de síndico dos prédios das regiões Norte, Nordeste e Sudeste. Pesquisando tecnologias para melhorar o consumo de energia de elétrica, ele se deparou com um ideia simples e eficiente. “Não acreditava que não tinha pensado nisso antes.” Ele descobriu lâminas refletoras que podem sem inseridas nas luminárias de calhas que dobram a luminosidade do local. Com isso, ele conseguiu retirar de todas as 1.735 calhas dos seus prédios uma das duas lâmpadas que elas usavam, o que significou, para começar, uma economia de 50% na conta de luz. Pensando que cada lâmpada ligada 24h por dia consumia o equivalente a 26 garrafas de 2 litros d’água por dia, faça o cálculo de economia para o nosso meio ambiente que ele fez.

Essa é a história que esse jovem nos conta: a de que atitudes simples têm um grande poder de transformação.

Por Mari Fonseca

16 de junho de 2011

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Os sons da Floresta

Ele foi o último a palestrar no TEDxAmazônia e sua talk terminou sem aplausos. Sua principal mensagem exigia silêncio: temos que escutar a floresta. Há 25 anos Gordon Hempton viaja o mundo gravando os sons que as pessoas esqueceram de ouvir, os sons da natureza. “A Terra é música, mas antes de entrar ou tentar entrar em sintonia com ela temos que primeiro, simplesmente, ESCUTAR.”

Gordon conta que quando recebeu o convite para participar do evento, ficou interessado principalmente pelo foco do encontro: Qualidade de vida para todos os seres do planeta. “Só pelo título eu sabia que tinha que participar. Foi como saber que finalmente estávamos indo para algum lugar com essa causa”, lembra Gordon. Fazia 10 anos que ele não vinha à Amazônia e o impacto da seca ressonava em seus ouvidos. “Dava para escutar que a floresta estava com sede. A vida voltava a cantar logo depois que passavam as rápidas tempestades tropicais que presenciamos.”

Gordon está a caminho do Canadá, a pedido do governo, para fazer uma pesquisa sobre a pureza dos sons do Parque Nacional de lá. Acordamos ele cedinho na semana passada para pedir notícias. Para a nossa surpresa, descobrimos que ele estava recebendo em casa, naquele dia, dois membros da audiência do TEDxAM, Gabriela Diament e Alessandre Greco. Os dois ainda estavam dormindo e tinham visitado no dia anterior a floresta do Olympic National Park, em Washington.

Por Mari Fonseca

10 de junho de 2011

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O esporte mais radical da Amazônia

Sérgio Laus é surfista de pororoca. Um dos primeiros a enfrentar a força desse fenômeno amazônico tão lendário, que assusta os ribeirinhos e atiça a curiosidade do mundo. Foram dez anos trabalhando para encontrar os equipamentos adequados, desbravando terras e águas, quebrando ossos, se perdendo na selva e batendo recordes para ter o prazer de surfar a onda mais longa do mundo. Tudo isso ainda promovendo consciência ambiental entre os moradores da região e também entre os turistas que o esporte trouxe.

Procuramos o Sérgio para saber como andavam os seus projetos e pedimos para que ele falasse um pouco da sua experiência no TEDxAM. “Participar do TEDxAmazônia foi, pra mim, um divisor de águas! Além de transmitir a minha mensagem, pude receber muita informação e energia. Mudou a minha vida, vi que não estou sozinho nessa batalha de ver o mundo melhor.”

Ele disse ainda que de lá para cá conseguiu uma nova abordagem nas diversas entrevistas que dá sobre o surfe da pororoca. “A imprensa quer saber mais e não só do surfe, mas também sobre as atividades que realizo com as populações locais e o cuidado com o meio ambiente”.

Entre esses projetos está o Uma Odisséia na Amazônia Sérgio vai explorar o rio Amazonas, da nascente à foz, levando atividades de cunho científico, social, ambiental, cultural e esportivo. Tudo isso vai acontecer durante um ano. “Estávamos marcados para começar em 2011 e tivemos que programá-lo para 2012 devido à falta de patrocínio e incentivo”. Sérgio também está trabalhando em projetos que beneficiam comunidades do entorno para pororoca, visando a preservação e o crescimento ordenado do turismo local.

Por Mari Fonseca

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