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A Webcitizen é uma empresa inovadora que propõe estimular o engajamento cívico e aproximar os cidadãos entre si, e com os seus governos. Através da análise da atual e futura arenas virtuais, da organização e otimização do design da informação e do compartilhamento de conhecimento, nós podemos criar uma ponte entre o mundo físico e o virtual, e auxiliar instituições governamentais e não-governamentais a compreender as verdadeiras necessidades dos seus cidadãos e consumidores. A Webcitizen tem como foco o emprego de tecnologias digitais para a criação de canais de participação, trazendo mais abertura, transparência e democracia para a administração pública, promovendo um diálogo público colaborativo, um senso de comunidade acessível e significativo, e em uma última análise, ajudando a criar um mundo melhor.

Aproximando cidadãos

Eu Lembro

Vamos marchar

Na Roma Antiga, quando Cícero discursava para sua audiência, as pessoas diziam: “Ótimo discurso.” Mas sabe-se também que quando Demosthenes discursava para sua audiência na Grécia Antiga, as pessoas diziam entre si: “Vamos marchar.”

Gordon Brown, ex-Primeiro Ministro Britânico, defendeu em sua TEDTalk que nós, cidadãos globais, deveríamos estar marchando. A palestra de Gordon Brown realizada no ano passado em Oxford no Reino Unido foi um manifesto atual e direcionador sobre mobilização cívica e o poder da informação. O político britânico apresentou exemplos de pessoas e comunidades que conseguiram mudar o curso da história política de seus países com a ajuda de ferramentas de Web 2.0 e tecnologia móvel.

De acordo com Gordon Brown, o que é novo agora é a nossa capacidade de nos comunicarmos instantaneamente sem fronteiras pelo mundo. Podemos neste momento marchar juntos, em números gigantescos, na direção não-linear do futuro que queremos e precisamos como cidadãos globais. Essa característica faz do presente uma era única na história da humanidade, a era da criação de uma sociedade verdadeiramente global.

Com a internet podemos nos organizar internacionalmente e agir coletivamente em busca de soluções para problemas globais, o que significa que temos em mãos uma oportunidade real de mudarmos o mundo.

As relações internacionais estão se transformando. Elas não podem mais ser dirigidas exclusivamente pelas elites; elas devem agora ser guiadas pela opinião pública de pessoas que estão blogando, se comunicando e interagindo umas com as outras por meio da Internet, e das suas inúmeras ferramentas de conectividade e participação.

A mobilização cívica por meio da internet é capaz de levantar bandeiras contra o analfabetismo, denunciar a escravidão, o fascismo, racismo, lutar contra a discriminação e o anti-semitismo, dentre outros. Não há limites para o envolvimento, e o resultado da participação é sempre transformador.

Por André Blas

3 de agosto de 2010

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Organizando o caos

Isso não é normal

O primeiro passo para planejar soluções é identificar e entender os problemas. É exatamente essa a função do site !sso Não É Normal, uma uma parceria da Webcitizen e do coletivo de fotografia Cia de Foto com apoio do governo britânico. O site apresenta de forma simples e atraente, alguns dos mais críticos problemas que causam mudanças climáticas no planeta, e desta forma, consegue promover o debate sobre este tema em diferentes públicos.

Com linguagem simples e acessível, recursos de vídeos, fotografias de estética apurada e entrevistas, o cidadão que não é um profissional especialista na área ambiental consegue entender a complexidade dos problemas e perceber que as conseqüências das mudanças climáticas não afetam somente as calotas de gelo ou a vida dos ursos polares lá no Pólo Norte, mas que atinge o cotidiano de cada um de nós, bem aqui perto. Mas o papel do site não é apenas expor problemas. A intenção é ir além e provocar uma reflexão de soluções sobre como podemos nos adaptar para enfrentar as mudanças climáticas.

Isso não é normal

O site apresenta dois estudos de caso, um sobre a cidade de São Paulo, uma das maiores metrópoles do mundo e que reúne quase todos os problemas que uma cidade grande pode ter, e um estudo sobre os problemas do estado de Santa Catarina onde acontecem eventos climáticos extremos. Em breve, o Nordeste também terá seus problemas expostos no site por ser a região brasileira mais vulnerável às mudanças climáticas.

Com esses três estudos, o !sso Não É Normal atende à necessidade urgente de chamar a atenção das pessoas para problemas globais que exigem soluções globais com envolvimento indispensável da sociedade e de políticas públicas ousadas.

Isso não é normal

2 de agosto de 2010

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TEDxAmazônia

TedxAmazônia

Em novembro a maior floresta tropical do mundo será fonte de inspiração para mais de 500 pensadores que vão participar do TEDxAmazônia. Todos vão se reunir em torno de idéias que podem trasnformar a forma como olhamos a vida.

A Amazônia foi o local escolhido, pois é um ecossistema que se distribui por nove países, sendo um elemento comum a diferentes povos e culturas que juntos vão enriquecer a troca de conhecimentos. Além disso, a Amazônia é um local de grande diversidade natural e cultural, rica em simbolismos e que desperta o interesse do mundo todo. Como o tema do TEDx este ano será “Qualidade de vida para todas as espécies do planeta”, nada melhor do que falar sobre este assunto no ecossistema mais complexo do mundo.

Sobre a escolha do tema, Helder Araújo, membro da comunidade TED internacional e coordenador do TEDxAmazônia explica porque o objetivo do TEDxAmazônia é fazer um alerta global  mostrando que o ser humano é tão importante quanto um coral marinho: “Sempre que falamos em qualidade de vida, pensamos apenas em nós mesmos, ou seja, na nossa qualidade de vida, e nos esquecemos das outras cinco milhões de espécies. Chegou a hora de ampliarmos esta visão”.

A edição do TEDx Amazônia terá dois dias de duração com  apresentação de 50 palestrantes de três línguas diferentes, de várias nacionalidades, e de áreas de conhecimento tão diversas quanto arte, tecnologia, ciência e negócios. O evento vai acontecer no meio da floresta, às margens do Rio Negro, em um cenário inspirador, de espetacular de beleza natural.

Acesse o site do TEDx Amazônia aguarde mais informações e o início das inscrições.

Por Daniele Amaral

28 de julho de 2010

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Podemos, todos nós, governar?

O documentário Us Now produzido pela Banyak Films (Inglaterra) mostra como redes online estabelecidas por auto-organização estão gerando transformações em governos e desafiando hierarquias predominantemente verticais. O documentário apresenta experiências reais da cultura da participação que comprovam que há um novo modelo de comportamento emergindo, no qual podemos trabalhar juntos buscando maneiras de questionar o papel do governo e, inclusive, nos tornarmos parte dele.

As estruturas governamentais hierárquicas vêm sendo criticadas por concentrarem poder e informações e por dificultar que cidadãos tomem iniciativas e busquem soluções por si próprios. Com a ajuda da internet, os princípios da transparência, participação e abertura estão cada vez mais próximos de nossas realidades políticas e sociais, na qual as tecnologias catalizam novos modelos de organização de comportamento e permitem novas alternativas.

Ivo Gormley

Ivo Gormley, diretor do documentário que investiga novas formas de cultura e participação

As experiências apresentadas no Us Now vão desde o destino de um time de futebol britânico inteiramente administrado por fãs, ao Zopa, um banco onde cada indivíduo é o gerente, passando pelo Couch Surfing, uma enorme rede online cujos membros oferecem suas casas para viajantes. O filme olha como este tipo de participação está mudando a maneira como países são governados com a interferência de redes organizadas. As novas tecnologias são parte fundamental destas transformações. No entanto, é preciso entender que uma revolução não acontece quando uma sociedade adota novas ferramentas, sim quando ela adota novos comportamentos.

Em depoimento, um dos especialistas que participou do documentário explica que “a grande mudança que vem acontecendo é a idéia de que todo mundo está disponível para ação em grupo. Isso não significa que todos irão participar de uma ação grupal, mas que todos podem se envolver”.

Quanto mais pessoas participam desta nova forma de colaboração e compartilhamento, mais fascinante se torna o fenômeno da cultura de participação.

Veja o documentário Us Now

Por André Blas

Harmonia étnica no Second Life

Um novo artigo, na edição atual da revista Saudi Aramco World Magazine, entitulado “Al Andalus 2.0.” por Josh Fouts, apresenta uma comunidade experimental no mundo virtual do Second Life, chamada Al Andalus, que desde sua formação em 2007 explora maneiras inovadoras de encorajar a co-existência harmoniosa entre culturas diferentes.

A comunidade Al Andalus ocupa um grupo de ilhas virtuais com arquitetura inspirada em monumentos de arquitetura islâmica medieval como, por exemplo, Alhambra em Granada e a Grande Mesquita de Córdoba, ambos na Espanha. Os edifícios virtuais foram criados para evocar a memória histórica e promover a convivência harmoniosa entre muçulmanos, cristãos e judeus.

No mundo real, muitas destas culturas enfrentam sérias dificuldades de convivência, enquanto que no universo do Second Life as pessoas trocam emoções e idéias, e vivenciam interações mostrando ser possível criar um novo caminho para a diplomacia e as relações culturais.

Al Andalus 2.0

Cenário da comunidade Al Andalus do Second Life

Os participantes desta comunidade virtual vivem na vida real em diferentes locais como Canadá, Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, Singapura, Arábia Saudita e até mesmo Brasil. Em Al Andalus eles participam de eventos virtuais como festas, concertos de música Flamenca, rezas e celebrações religiosas na Grande Mesquita.

Alguns dos membros mais ativos de Al Andalus são, no mundo real, profissionais de sucesso como uma advogada do Texas, um engenheiro britânico, uma bailarina russa, e um estudante de contabilidade saudita. Dificilmente, um grupo tão globalmente diverso (e disperso) se encontraria pessoalmente, assim como se uniriam em um experimento comunitário socio-cultural.

Al Andalus 2.0

Membros da Al Andalus participam de cultos religiosos

Josh Fouts, autor do artigo da revista interagiu por quase quatro meses com os residentes da comunidade virtual Al Andalus. O escritor percebeu que quanto mais tempo os membros do Second Life investem em suas experiências virtuais, maior é o nível de compreensão mútua, e que para os participantes, parte do valor da experiência é conhecer pessoas de outras origens e crenças.

O Second Life é o maior de todos os mundos virtuais, e o que ele tem de mais especial é justamente o fato de ser criado inteiramente por seus usuários. Sendo assim, a comunidade Al Andalus pode ser considerada uma metáfora para o futuro ao oferecer uma nova e tolerante forma de engajamento humano.

Mais detalhes sobre a comunidade Al Andalus.

Sobre o Josh Fouts:
Josh é um Senior Fellow para Mídia Digital e Política no “Centro para o Estudos da Presidência e Congresso” em Washington. Ele escreve regularmente sobre como a tecnologia pode elevar o paradigma atual da diplomacia, e sobre como os cidadãos de várias culturas e origens, estão usando tecnologias emergentes para gerar um maior grau de tolerância e entendimento entre culturas.

Por André Blas

26 de julho de 2010

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A eterna busca pelo conhecimento

Talvez ele pudesse estar presente nas prateleiras de lojas de CD’s ou ser o músico brasileiro com as músicas mais baixadas atualmente, mas no lugar desta possível localização no mundo, Carlos Buby é um dos babalorixás mais respeitados em todo o Brasil.

No TEDxSP ele compartilhou um pouco da história de suavida em relatos recheados de ensinamentos metafóricos que exprimiam sua jornada religiosa desencadeada pelo encontro dele com o índio Guaracy. Um encontro que marcou sua vida e o levou a se dedicar a Umbanda. Hoje ele dirige templos existencias no país e no mundo. Além de ter desenvolvido um modelo que traz entendimento na compreensão da dinâmica da vida na Terra.

Mais que seus méritos, Carlos Buby possui um sorriso que traz paz e uma voz que passa segurança. Foi esta voz que trouxe a uma bela sobre a paz: “Posso não concordar com nenhuma palavra que você diz, mas vou lutar com todas as minhas forças para que tenha a liberdade de dizê-las”.

Confira o vídeo de apresentação de Carlos Buby no TEDx SP.

22 de julho de 2010

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Ô abre datas!

O governo americano lançou na semana passada a reformulação de mais uma ferramenta em prol das práticas de transparência e abertura de dados, em consonância com o Transparency Act de 2006.

Trata-se do IT Dashboard, site e aplicativo para smarthphones que permitem qualquer cidadão monitorar em detalhes os gastos do governo em tecnologia da informação. A intenção de expôr os dados é tornar transparente a prestação de contas e permitir que as pessoas vejam gastos como investimentos, utilizando a tecnologia para facilitar acesso e compreensão de como o processo funciona.

IT Dashboard

Infográficos interativos facilitam acesso e tornam informações mais atrativas

O redesenho do site prima por design simples e ferramentas de data visualization que permitem acessar informações complexas de modo objetivo, interativo e de fácil entendimento. É possível acompanhar dados de cada departamento do geverno e programas específicos onde o dinheiro é investido. Os dados ficam disponíveis para cidadãos, governantes e investidores, que poderão avaliar a eficácia dos programas de tecnologia da informação, apoiar investimentos, fiscalizar recursos e identificar problemas. Visualmente o conteúdo se torna mais atrativo, contornando a resistência que muitas pessoas possam ter em contato com informações tão burocráticas.

Mais que uma questão estratégica que atende a demanda por transparência, a abertura de informações fortalece o conhecimento dos cidadãos sobre o governo e cria embasamento para que a administração do dinheiro possa ser questionada, estimulando engajamento e participação plena.

Por Rodrigo Moreira

19 de julho de 2010

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Época de participar

Revista Época

A revista Época desta semana apresenta uma reportagem de duas páginas sobre o Votenaweb com o título “Democracia se faz na internet”, destacando o site como um trabalho em prol da cidadania. A reportagem faz parte do Projeto Generosidade 2010, da Editora Globo, que mostra exemplos de pessoas e empresas que promovem o bem no Brasil.

O Votenaweb está concorrendo ao prêmio de melhor projeto de ação social que será eleito por um júri de convidados, em dezembro. Para nós da Webcitizen é um enorme prazer concorrer com projetos maravilhosos como o da Doutora Adriana Gledys, o Poupança Comunitária, Cine Móvel, dentre outros que, assim como nós, buscam novas alternativas para um mundo melhor.

E mais: A reportagem sobre o Votenaweb é um importante complemento à matéria de capa da revista que trata da transparência nas eleições e da importância em acompanhar a atuação dos políticos enquanto governam.

Saiba mais sobre o Projeto Generosidade 2010.

Clique sobre a imagem e leia a reportagem da Época.

16 de julho de 2010

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Você tem fome de quê?

“Quando as pessoas praticam ou fruem o teatro, elas sentem o desejo de mudar a vida, de repensá-la”, essa foi uma das marcantes afirmações que Eduardo Moreira, co-fundador do Grupo Galpão e filósofo, fez em sua palestra no TEDx SP.

A ideia de relatar a experiência do grupo de teatro de rua para mostrar a importância da arte como instrumento de afirmação da cidadania levou Eduardo a contar histórias que exprimem o lado social do teatro. Além disso, as histórias mostram como é possível desencadear caminhos positivos, como o da doméstica de Uberlândia que seguiu seu desejo: sem aptidões para se tornar atriz, tornou-se professora.

Em um momento, ele afirma que as pessoas também precisam de “imaginar, de exercer a fantasia”. O filosófo se referia ao alimento para alma, a necessidade que nutre nossos desejos e, muitas vezes, serve de combustível para lutarmos por nossas ideias e ideais.

Veja a apresentação e caso se emocione com a carta lida por ele no final, apenas saiba que você não foi o único, muitas lágrimas escorreram nos rostos de muitos ouvintes no dia do TEDx SP.

Por Vinícius Lacerda

14 de julho de 2010

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Missão quase impossível

Quer propor um projeto de lei? Então comece a juntar mais de 1.3 milhão de assinaturas.

Mais de duas décadas se passaram desde que os brasileiros conquistaram o direito de propor leis por meio de iniciativa popular, no entanto, apenas quatro propostas elaboradas pela sociedade foram aprovadas no Congresso.

A Lei N. 9.709 deu poderes à iniciativa popular e validou os abaixo-assinados como meio de pressão. Qualquer cidadão pode criar um projeto de lei e recolher assinaturas de outras pessoas para que os deputados aprovem projetos que realmente atendem às necessidades da população.

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No Brasil são necessárias mais de 1.3 milhão de assinaturas para o cidadão propor um projeto de lei

Um projeto de lei criado por iniciativa popular segue a mesma tramitação que projetos de iniciativa de um parlamentar, sendo submetido à aprovação de deputados, senadores e do Presidente da República. A Constituição garante este direito, mas conseguir que um projeto chegue à pauta de votação não é simples, por isso ainda são raros os projetos de lei reivindicados pela sociedade.

A legislação exige assinaturas de no mínimo um por cento do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por cinco Estados, com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles. A assinatura de cada eleitor deverá ser acompanhada de nome completo, endereço e número do título eleitoral.

O Brasil tem mais de 135 milhões de eleitores, de forma que para apresentar um projeto de lei de iniciativa popular seriam necessárias mais de 1.350.000 assinaturas! Estes obstáculos burocráticos explicam a pouca participação popular e o número tão pequeno de leis sugeridas pela sociedade.

brasilia

Outra maneira de a sociedade exigir leis que atendam seus interesses é por meio de ação de entidades civis. A legislação permite que ONG’s, associações e sindicatos apresentem projetos sem a necessidade de um número mínimo de assinaturas, sendo necessária a apresentação de documentos que comprovem a existência da entidade.

O primeiro projeto de lei de iniciativa popular aprovado no Congresso modificou a lei de Crimes Hediondos ao ampliar a lista dos crimes inafiançáveis. Outra reivindicação da sociedade criou, em 2005, o Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social. A mais recente conquista da iniciativa popular foi o projeto Ficha Limpa que impede a candidatura de políticos condenados por colegiado em processos não concluídos.

Atualmente, está em tramitação no Senado o projeto de Lei PLS – 129 / 2010 que modifica a Lei 9.709, para permitir a assinatura eletrônica para a apresentação do projeto de lei de iniciativa popular. No www.votenaweb.com.br você pode votar, simbolicamente, a favor ou contra esta proposta e deixar seu comentário. Mais de 180 membros do site já votaram.

Fonte: G1

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RT : As inscrições para o TEDxAmazonia estão abertas. Todos estãos convidados a embarcar.

Open Data, conheça duas plataformas que dão acesso a conteúdos restritos para os cidadãos.

Já está no ar !sso Não É Normal sobre mudanças climáticas no Nordeste. Um convite à ação, não um lamento.

Educação contra a desigualdade social foi o tema tratado por Maria Alice Setúbal, no .

Site abre oportunidade para enviar pergunta para os candidados à presidência. Acesse e conheça o 10perguntas

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