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A Webcitizen é um tipo diferente de startup de tecnologia. Usamos tecnologia para transformar comportamentos de cidadãos e empresas públicas e privadas. Somos especialistas na criação de plataformas digitais para coletar e analisar dados comportamentais. Poucos fazem o que fazemos. Combinamos tecnologia e comportamento, na busca de oportunidades e soluções que impactarão, positivamente, a sociedade como um todo.

26 de agosto de 2014

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Política de Boteco

politica de boteco

O Política de Boteco é a primeira iniciativa que levará aos bares do Brasil a discussão dos projetos de lei mais controversos do Congresso Nacional e, entregará aos deputados e senadores as dicussões que acontecem no aplicativo.

O projeto é fruto da parceria entre as empresas Webcitizen, através da plataforma Votenaweb, e Enox On-Life, com o objetivo de atrair o interesse dos jovens que estão nos bares brasileiros para acompanhar os projetos de lei que estão em tramitação no Congresso, conhecer e discutir o conteúdo, compartilhar e opinar por meio de votos e comentários.

Os projetos de lei do Política de Boteco, e mais de 5 mil projetos estão disponíveis no site Votenaweb.com.br, que oferece uma maneira mais simples para você acompanhar e opiniar sobre o trabalho dos políticos brasileiros.

Saiba mais: politicadeboteco.com.br

Politica de Boteco. O papo de boteco que chega ao Congresso.

21 de agosto de 2014

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A Neurociência aplicada a campanhas eleitorais

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E se eu te disser que nós não somos tão racionais como gostamos de nos imaginar? E que grande parte das decisões que acreditamos ser racionais, na verdade, são tomadas de forma inconsciente? Essas constatações foram destacadas pelo professor de neurociência aplicada da ESPM, Pedro Calabrez, à revista Veja em fevereiro deste ano, e ditam o tom da análise a seguir, que fala sobre uma ferramenta ainda pouco usada em campanhas eleitorais: a neurociência.

Apesar de já ser velha conhecida do marketing, a neurociência começou a ganhar espaço na política há poucos anos, e já apresentou intrigantes constatações. Segundo o inglês Duncan Smith, diretor do laboratório Mindlab International, uma de suas principais descobertas se deu sobre a ineficácia de discursos ofensivos direcionados a candidatos adversários. “De maneira inconsciente, os eleitores identificavam o próprio político que fazia os ataques às características negativas que ele atribuía ao adversário.”, disse Smith.

Constatação similar já havia sido feita em 2008 pela equipe de cientistas behavioristas da campanha do então senador Barack Obama. Naquela época, cerca de 10% dos americanos acreditavam que o então candidato à presidência dos EUA era mulçumano, quando na verdade Obama era cristão. Foi então sugerido ao candidato que utilizasse uma mensagem de afirmação, ao invés de negar a constatação errada dos eleitores. A campanha de Obama aceitou o conselho, e ao invés de contradizer os americanos dizendo que o candidato não era mulçumano, a campanha se limitou a dizer, repetidas vezes, que Obama é cristão.

São constatações intrigantes, e podem ficar ainda mais, segundo um estudo feito pela Universidade de Michigan, questões ideológicas respondem por apenas 3,5% das definições dos votos nos Estados Unidos. A maioria dos eleitores vota com base na emoção, sem levar em conta as posições políticas dos partidos.

No Brasil, a aplicação da neurociência em campanhas eleitorais ganhou destaque durante a candidatura de Eduardo Campos à reeleição para o Governo de Pernambuco em 2010. Explorando resultados de pesquisas similares aos citados acima, Campos passou a fazer discursos propositivos e acusando o rival de só saber criticar. Jarbas, que tinha 29% nas pesquisas no início da campanha, conseguiu apenas 14,05% dos votos. Campos foi reeleito com 82,8% dos votos.

Assim como outros candidatos a cargos políticos, Eduardo Campos havia prometido usar a neurociência como uma de suas grandes ferramentas nas campanhas eleitorais de 2014. Porém, após a tragédia que resultou em sua morte, não se sabe se o PSB manterá essa estratégia. Caso a neurociência continue sendo aplicada pelo partido, o seu real impacto poderá ser medido após as eleições.

Mas uma coisa é certa: com mais essa ferramenta eleitoral, podemos dizer que foi dada a largada rumo à conquista do inconsciente do eleitor brasileiro!

Com informações de:
 Revista Veja
, New York Times
 e Psychology Today.

6 de agosto de 2014

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Monitoramento

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Assim como as grandes marcas e os variados negócios presentes na web, as equipes de campanha eleitoral têm um grande desafio ao utilizar o monitoramento de redes online.

O serviço de monitoramento é facilmente contratado e promete acompanhar tudo o que está sendo falado sobre o candidato. Porém, esse dado armazenado é apenas um objeto, e precisa ser utilizado com objetividade e um plano tático consistente. Nenhuma informação ganhará a eleição se ficar apenas num disco rígido.

A granularidade dos dados disponíveis é impressionante. O volume coletado diariamente é imenso, e geralmente, os dados brutos não querem dizer nada. Uma reportagem da Folha de SP dessa semana, mostrou que dados de monitoramento relacionados à menções sobre a presidente Dilma Rousseff tem maior volume do que as menções dos outros candidatos. Porém, a reportagem destacou que os picos de menção de Dilma estão sempre vinculados a notícias negativas e, na maioria das vezes, surge de veículos jornalísticos, não via eleitores.

Com este cenário em vista, o maior desafio está na tomada de decisão a partir dos dados coletados. Se a equipe de campanha não for capaz de estabelecer perguntas claras a serem respondidas pelo monitoramento, mais difícil será utilizar esses dados estrategicamente. E acaba sendo mais frequente vermos as equipes apenas reagindo a menções negativas do monitoramento e produzindo conteúdos de contra-ataque. Tal estratégia é necessária em campanha eleitorais, mas é apenas uma opção dentre tantas outras.

As estratégias de monitoramento podem aprofundar o conhecimento sobre targets específicos, abrir portas para produção de conteúdo inovador nas redes sociais e até mapear áreas com mais ou menos apoiadores e detratores. Tudo depende de quais são os objetivos prioritários da campanha em questão. A tecnologia não trabalha sozinha. E dados brutos, sem conhecimento construído, podem impactar o trabalho de uma campanha tão negativamente quanto a falta de dados.

30 de julho de 2014

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O papel do SMS nas eleições

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Com a proibição do telemarketing pelo TSE, as eleições de 2014 passam a contar com uma nova arma: o envio de SMS. É a primeira vez na história em que algumas operadoras de telecom permitirão, oficialmente, o envio de SMS para campanhas eleitorais. O serviço, porém, vem acompanhado de uma série de restrições, visando garantir o respeito ao eleitor e o uso adequado deste tipo de canal de acordo com as normas eleitorais.

Veja na imagem acima, algumas regras do SMS nas eleições 2014.

Além disso, assim como acontecia com o telemarketing e ainda é regra para o disparo de email marketing, o partido deve fornecer seu próprio banco de dados para realizar a ação. A compra de banco de dados é proibida em campanhas eleitorais, e o que pode ser contratado é apenas o serviço de disparo do SMS.

O disparo geográfico de SMS, surge nessa campanha como mais uma novidade e acaba caindo na “brecha da regra”. A ação tem o potencial de atingir pessoas num raio de até 50 metros, tornando possível angariar contatos em comícios e outros eventos da campanha, impactando eleitores que ainda não fazem parte do banco de dados dos partidos.

Apesar de uma vasta lista de restrições o SMS tem vantagens como alcançar perfis de eleitores que ainda não aderiram à tecnologia dos smartphones e o apoio de empresas que permitem a automação do envio e do monitoramento de analytics de cada ação.

Mas, ao mesmo é um tipo de estratégia que possui custos elevados. Ao contrário da estratégia de disparo via Whatsapp (analisado na edição passada), o envio de SMS custa entre 5 e 30 centavos dependendo do volume contratado, o que pode impactar fortemente os cálculos financeiros da campanha.

14 de julho de 2014

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Como os algoritmos influenciam as informações que consumimos

Manifestantes do movimento Occupy Wall Street

Manifestantes do movimento Occupy Wall Street

No final do mês de maio, Fernando Barreto – sócio-fundador da Webcitizen – e Priscila Cortat – Diretora de Planejamento – estiveram presentes no Festival Path, um evento que mistura tecnologia, criatividade e empreendedorismo e estimula a troca de experiências em prol da inovação.

Convidados para palestrar, eles optaram por abordar um tema que já vem aquecendo os debates da esfera digital ao redor de todo o mundo: Como os algoritmos estão influenciando quase todas as informações que consumimos. Tema que tem sido debatido também em fóruns e estudos sobre política e democracia, levantando a questão de como os algoritmos podem impactar a formação de opinião dos cidadãos.

Abaixo, reunimos os principais tópicos da palestra pra quem não pôde conferir o debate ao vivo.

Afinal, o que são os algoritmos?
Os algoritmos são programas de computador que organizam o conteúdo disponível na internet e determinam como as informações serão distribuídas. Sem os algoritmos seria quase impossível encontrar aquilo que você procura, ou seja, teríamos trilhões de dados soltos e sem escala de relevância. Os algoritmos são para a internet hoje, o que a dark matter é pro universo. Ou seja, os algoritmos criam relações entre todos os elementos disponíveis na rede, fazem com que os dados se posicionem, se diferenciem e criem interferência entre eles. Enfim, ajudam a internet a entender onde você está, a que perfil pertence e que resultado provavelmente está buscando.

Você já se perguntou como certos conteúdos chegam até você?
Quando perguntamos para as pessoas sobre como elas encontram informações importantes, é muito comum ouvirmos: Quando as noticias são importantes, elas me encontram… Facebook, Google, Twitter, Netflix, entre outras plataformas, analisam o comportamento online das pessoas para recomendar o que ‘parece’ ser mais interessante ou relevante para cada um de nós. Portanto é errado acreditar que o que você visualiza na sua timeline do Facebook corresponde a tudo o que seus amigos postam, ou que os resultados dos termos que você busca no Google, são os mesmos que aparecem para qualquer outro usuário da ferramenta.

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Como os algoritmos podem nos ajudar a entender melhor o que acontece a nossa volta, e como eles podem distorcer a realidade que estamos enxergando?
Durante as manifestações de Ocupy Wall Street, milhares de pessoas envolvidas fizeram um grande esforço para dar voz ao movimento na internet. Então, como explicar o fato da hashtag do movimento praticamente não ter ocupado um espaço Trend Topics do Twitter?

O algoritmo do Twitter leva em consideração não apenas o volume de menções de uma #hashtag, mas com que velocidade ela se propaga na rede. Para que uma hashtag se torne trend topic, o pico de menções precisa ser uma combinação de volume e velocidade, onde a velocidade tem um peso fundamental, já que os trend topics variam com certa rapidez.

Isso significa que um movimento legítimo das ruas de diversas cidades pode não conseguir alcançar tanta relevância quanto o capítulo final de uma novela, o que pode levar você a pensar que o movimento não foi tão relevante assim. São os algoritmos que determinam a relevância de temas e notícias na internet.

Quer dizer então, que os algoritmos são vilões?
Provavelmente não. Hoje, existe um número mínimo de pessoas que entendem como os algoritmos de fato funcionam, e uma quantidade enorme de pessoas que nem sequer sabem que os algoritmos existem. E, desconhecer a existência dos algoritmos nos torna facilmente manipulados por eles.

Quando não sabemos da existência dos algoritmos não compreendemos que as informações que chegam até nós são filtradas, o que pode nos induz ao erro, nos fazendo acreditar que estamos por dentro de tudo, sob todos os pontos de vista. E como os algoritmos de grandes sistemas como o Google e Facebook são confidenciais, não há como sabermos, de forma transparente, à que tipo de manipulação estamos vulneráveis.

Algoritmos e a democracia
A maioria das pessoas acredita que a internet é um espaço livre para discussão de ideias, onde as pessoas podem se expor, ouvirem e serem ouvidas, ou seja, um paraíso para a democracia. Hoje qualquer pessoa pode publicar um conteúdo informativo ou opinativo sem precisar do aval de grupos de mídia. Mas, se ficamos livres dos editores jornalísticos de conteúdo como acontecia no século 20, hoje temos os algoritmos e sua lógica de filtro.

O cenário mais perigoso para países democráticos, é as pessoas acharem que têm voz, que a internet é um ambiente neutro e livre onde todos podem falar e serem ouvidos. Isso não é tão simples e verdadeiro assim.

O impacto dos algoritmos nas eleições
Apesar de mudarem com frequência, os algoritmos podem, muitas vezes, ser manipulados permitindo alterar as sugestões do Google, falsificar ações de engajamento e alavancar assuntos através de multiplicação de URLs e comentários. Isso significa que em muitos casos o engajamento de políticos nas redes sociais, que à primeira vista se mostra como algo espontâneo, na verdade pode ser resultado da manipulação dos algoritmos.

Tudo isso somado à ação da militância, que muitas vezes produz conteúdo sensacionalista e irreal sobre seus adversários, nos faz acreditar que a Eleição 2014 será a Eleição da Desinformação. Durante esse período é crucial que os usuários de internet ao redor de todo o país tenham uma postura mais crítica e desconfiada, e se questionem: Porque esta informação está chegando até mim? Este conteúdo condiz com a realidade?

A internet 2.0 surgiu há pouco tempo, e ainda estamos aprendendo a lidar com ela e com as informações que surgem nesse cenário. Informação é poder, e questionar o que chega ate você, muda tudo. E com certeza mudará a forma como você lida com a internet daqui pra frente.

Viva o Congresso por uma semana

Muita gente não sabe, mas a Câmara dos Deputados oferece aos estudantes universitários um curso gratuito chamado Programa Estágio-Visita.

A programação do curso é bem completa e, durante cinco dias os alunos participam de palestras e oficinas sobre Democracia, Cidadania, Processo Legislativo, e outros temas. Além disso, podem visitar as dependências da Câmara dos Deputados, conhecer de perto o trabalho dos parlamentares e servidores, acompanhar debates nas comissões e no plenário e vivenciar uma nova experiência de cidadania.

Nossa equipe participou do curso na turma de agosto e aprovou a iniciativa como forma de aproximar os jovens do universo da política e estimular o espírito democrático.

A inscrição no curso é um pouco complicada já que é necessário pedir a algum deputado a indicação para a vaga, dessa forma, fica a critério do parlamentar indicar ou não. “Gostei muito do curso, mas privilegia quem tem contato com militância de partidos e acesso mais fácil aos deputados. Acho que poderiam dividir o número de vagas entre indicados e aprovados em processo de seleção”, conta Ellen Silva, estudante de Ciências Sociais de Curitiba.

Turma do Programa Estágio-Visita Agosto 2013

Turma do Programa Estágio-Visita Agosto 2013

Como participar:
Primeiramente, entre em contato com o deputado de seu estado via e-mail ou telefone e solicite a sua indicação para o curso com uma breve justificativa de porquê você quer participar. Se seu pedido não for aceito, faça a mesma solicitação para deputados de outros estados. Você pode pedir para quantos deputados quiser.

Clique aqui para ter acesso aos e-mails dos parlamentares

Quando se inscrever:
O Programa Estágio-Visita acontece uma vez por mês (exceto nas férias e recessos em janeiro, fevereiro, julho e dezembro). Ligue para (61) 3216-7677/ 3216-7673 para descobrir quando será a próxima turma.

Benefícios:
O curso é gratuito e todos os 50 alunos inscritos ganham hospedagem, alimentação e traslado aos locais do curso. O transporte para Brasília deverá ser custeado pelos próprios alunos.

Confira mais informações sobre o curso e a inscrição aqui.

Por Dani Larama

Manifesto

Nós somos cidadãos em rede.
Não temos um líder. Temos milhões.
Não temos uma causa. Temos muitas.
Não entendem nosso movimento, pois este não se encaixa em nada já feito.
Procuram uma hierarquia para neutralizá-la, mas em uma rede distribuída não existe um Rei.
Procuram uma causa no anseio de que ao atendê-la tudo se resolva.
Mas esquecem que a democracia é uma evolução constante de vontades e direitos.
Na nossa base procuramos a evolução. Os bons costumes mudam.
Por isso, respeitaremos sempre as novas ideias, pois são elas que antecipam o futuro.
Faremos uma sociedade que preza pela liberdade e diversidade de opiniões.
Lutaremos para que todos tenham o direito de se expressar e discutir.
Daqui para frente participaremos, constantemente, com nossos desejos.
Faz parte de um diálogo escutar quem fala. Não deixaremos nossos representantes esquecerem disso.
Viveremos todos os dias como em uma manifestação.
A democracia se faz todo dia e não de quatro em quatro anos.
Expressaremos, diariamente, nossa vontade de um mundo melhor, onde quer que ele seja necessário.
Pois não somos mais Brasileiros, agora somos cidadãos do mundo,
e você conviverá conosco, em paz.

Crédito da foto: Gabriel Klein/Flickr

Crédito da foto: Gabriel Klein/Flickr

Por Helder Araújo

20 de junho de 2013

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Votenaweb é finalista em prêmio internacional

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Esta semana foi realizada em Dublin, capital da Irlanda, a FP7 Crossover Conference, uma conferência promovida pelas Nações Unidas, voltada para as novas tecnologias que estão mudando a forma como a política é feita. Durante a conferência foi realizada a entrega do prêmio Policy Making 2.0 que valoriza iniciativas que trabalham com governança colaborativa, transparência, mapeamento de opiniões, dados abertos, dentre outros.

O site de engajamento cívico Votenaweb, desenvolvido pela Webcitizen, ficou entre os 10 finalistas ao prêmio. Para nós foi uma grande honra representar o Brasil neste encontro que reúne projetos dos cinco continentes que buscam impactar políticas atuais e futuras.

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Dublin, capital da Irlanda, onde ocorreu a Crossover International Conference 2103

Foi também uma feliz coincidência ver o Votenaweb ser reconhecido internacionalmente, justamente na semana em que os brasileiros se organizaram em rede e foram às ruas para mostrar para si mesmos e para o mundo que estamos sim atentos ao que acontece ao nosso redor, que somos engajados e que estamos reagindo. Todos nós estamos incomodados e não estamos de braços cruzados.

Saber que nossos esforços e dos cidadãos participantes estão elevando o nível do debate político na internet, ao mesmo tempo que a população mostra sua força, nos dá mais esperança para seguir em frente.

Acreditamos que o exercício da democracia deve ser constante, como se todo dia fosse dia de passeatas e cartazes. Esperamos que as novas tecnologias da informação ajudem cada vez mais pessoas a atuarem colaborativamente, de forma simples e ágil. Esperamos que os cidadãos conectados se organizem e deixem de ser simples receptores de mensagens e passem a ter voz ativa na organização social e política.

Todos podem fazer a sua parte. Nas ruas, ou conectados.

Por Dani Larama

14 de novembro de 2012

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3 anos Votenaweb

Hoje o Votenaweb completa três anos de existência, uma data a ser comemorada por todos nós, por seu crescimento constante. É gratificante sentir como a cada dia mais e mais brasileiros desejam se envolver com um assunto antes distante de seu cotidiano e assim, o site vai se espalhando além das fronteiras brasileiras.

Nestes três anos vivenciamos o crescimento do site e seu aperfeiçoamento, conhecemos muitas pessoas engajadas e com sede de transformação, e também trocamos experiência com outros projetos de webcidadania que surgiram no país, seguido essa tendência.

Agradecemos a todos pela participação e pelas centenas de e-mails enviados com dúvidas, críticas, elogios, e sugestões que nos ajudam a melhorar a plataforma e nos incentivam a continuar trilhando este caminho.

Estamos ainda na fase inicial desta trajetória e muitas coisas boas ainda estão por vir!

Confira abaixo um pouco dessa história que você ajudou a construir.
3 anos Votenaweb

Por Dani Larama

Webcitizen analisa ecossistema digital do Governo de Minas

Este livro é fruto de um mergulho no ecossistema digital do Governo de Minas Gerais. A pedido da Secom (Secretaria de Comunicação), a Webcitizen desenvolveu uma metodologia própria para avaliar a qualidade do E-Gov de Minas, mapeando, avaliando, e repensando seus sites e suas estratégias.

No centro dessa metodologia está um único critério, bem simples: o interesse do cidadão mineiro. Com base nesse critério, um bom website é aquele que melhor atende as necessidades do cidadão. Um bom design é o que proporciona a melhor experiência a ele. Um bom uso de redes sociais é o que leva o serviço público a mais gente, da melhor maneira possível. Parece óbvio, mas não é. O mais comum é que governos usem a internet para atender suas próprias necessidades – não a dos cidadãos.

Gráficos apresentam critérios utilizados na pesquisa

Gráficos apresentam critérios utilizados na pesquisa

Nós, da Webcitizen, temos muito a agradecer ao Governo de Minas pela coragem de nos dar liberdade para uma análise honesta e profunda, focada exclusivamente no interesse público. Acreditamos que este é o primeiro passo para reinventar a relação entre governos e cidadãos, para o bem de todo mundo.

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