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A Webcitizen é um tipo diferente de startup de tecnologia. Usamos tecnologia para transformar comportamentos de cidadãos e empresas públicas e privadas. Somos especialistas na criação de plataformas digitais para coletar e analisar dados comportamentais. Poucos fazem o que fazemos. Combinamos tecnologia e comportamento, na busca de oportunidades e soluções que impactarão, positivamente, a sociedade como um todo.

Posts com a tag webcidadania

20 de junho de 2013

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Votenaweb é finalista em prêmio internacional

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Esta semana foi realizada em Dublin, capital da Irlanda, a FP7 Crossover Conference, uma conferência promovida pelas Nações Unidas, voltada para as novas tecnologias que estão mudando a forma como a política é feita. Durante a conferência foi realizada a entrega do prêmio Policy Making 2.0 que valoriza iniciativas que trabalham com governança colaborativa, transparência, mapeamento de opiniões, dados abertos, dentre outros.

O site de engajamento cívico Votenaweb, desenvolvido pela Webcitizen, ficou entre os 10 finalistas ao prêmio. Para nós foi uma grande honra representar o Brasil neste encontro que reúne projetos dos cinco continentes que buscam impactar políticas atuais e futuras.

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Dublin, capital da Irlanda, onde ocorreu a Crossover International Conference 2103

Foi também uma feliz coincidência ver o Votenaweb ser reconhecido internacionalmente, justamente na semana em que os brasileiros se organizaram em rede e foram às ruas para mostrar para si mesmos e para o mundo que estamos sim atentos ao que acontece ao nosso redor, que somos engajados e que estamos reagindo. Todos nós estamos incomodados e não estamos de braços cruzados.

Saber que nossos esforços e dos cidadãos participantes estão elevando o nível do debate político na internet, ao mesmo tempo que a população mostra sua força, nos dá mais esperança para seguir em frente.

Acreditamos que o exercício da democracia deve ser constante, como se todo dia fosse dia de passeatas e cartazes. Esperamos que as novas tecnologias da informação ajudem cada vez mais pessoas a atuarem colaborativamente, de forma simples e ágil. Esperamos que os cidadãos conectados se organizem e deixem de ser simples receptores de mensagens e passem a ter voz ativa na organização social e política.

Todos podem fazer a sua parte. Nas ruas, ou conectados.

Por Dani Larama

14 de novembro de 2012

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3 anos Votenaweb

Hoje o Votenaweb completa três anos de existência, uma data a ser comemorada por todos nós, por seu crescimento constante. É gratificante sentir como a cada dia mais e mais brasileiros desejam se envolver com um assunto antes distante de seu cotidiano e assim, o site vai se espalhando além das fronteiras brasileiras.

Nestes três anos vivenciamos o crescimento do site e seu aperfeiçoamento, conhecemos muitas pessoas engajadas e com sede de transformação, e também trocamos experiência com outros projetos de webcidadania que surgiram no país, seguido essa tendência.

Agradecemos a todos pela participação e pelas centenas de e-mails enviados com dúvidas, críticas, elogios, e sugestões que nos ajudam a melhorar a plataforma e nos incentivam a continuar trilhando este caminho.

Estamos ainda na fase inicial desta trajetória e muitas coisas boas ainda estão por vir!

Confira abaixo um pouco dessa história que você ajudou a construir.
3 anos Votenaweb

Por Dani Larama

13 de outubro de 2011

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Votenaweb é apresentado em Portugal

Fernando Barreto, co-fundador do Votenaweb, desembarcou, esta semana, em Lisboa para apresentar o aplicativo aos portugueses, e contar um pouco sobre sua experiência com engajamento cívico na internet, durante o congresso Cidadania 2.0. O Votenaweb foi o único projeto de webcidadania do Brasil na programação deste ano, que contou também com apresentações da Suíça, Espanha, Reino Unido, e claro, Portugal.

O evento foi uma ótima oportunidade de discussão sobre a importância do diálogo entre governos, ONGs e cidadãos, e serviu como inspiração para as organizações portuguesas que puderam conhecer de perto exemplos concretos do que pode ser feito em termos de webcidadania.

Mais do que apresentar as funcionalidades e resultados do aplicativo Votenaweb, a palestra ministrada por Barreto (que contou com transmissão ao vivo) mostrou que precisamos resgatar a confiança do sistema político por meio da informação e engajamento dos cidadãos.

Fernando Barreto apresenta Votenaweb no evento Cidadania 2.0 em Lisboa

Fernando Barreto apresenta Votenaweb no evento Cidadania 2.0 em Lisboa

“É um privilégio poder estar aqui em Lisboa não só pela oportunidade de falar sobre o Votenaweb, mas principalmente, por poder conhecer de perto e debater sobre novas formas de envolver os cidadãos nas questões de interesse coletivo. Ao conversar com pessoas de outras nacionalidades, percebo que a falta de credibilidade política é um problema não só dos brasileiros, mas de diversos países da Europa e outros continentes, é um problema que todos nós precisamos enfrentar.”, afirma Barreto.

Após a apresentação, foi aberto um espaço para perguntas da platéia que se mostrou interessada sobre a possibilidade que o aplicativo oferece de analisar a afinidade com os políticos e sobre a capacidade do Votenaweb estimular o consumo de um tipo de informação sobre política que antes não despertava interesse nas pessoas.

Por Dani Larama

18 de julho de 2011

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Nossas boas vindas ao Movimento Minas

Estamos acompanhando de perto o nascimento de um projeto que será uma experiência inspiradora e também um grande aprendizado. Em parceria com a Webcitizen, o Governo de Minas Gerais acaba de lançar o Movimento Minas, uma plataforma que convida toda sociedade a participar da gestão do Estado, construindo coletivamente soluções e, mais importante, dividindo responsabilidades para enfrentar 10 grandes desafios.

Esse é um passo importante na busca por um novo modelo de gestão pública, que como o próprio governador Antonio Anastasia disse, tem o cidadão como foco e entende que o governo sozinho não é capaz de solucionar todos os desafios: “O governo se afoga com os problemas do dia a dia e precisa dessa troca com a sociedade para ter novas ideias”. Para o governador, poder contar com a iniciativa privada, academia, ONGs e cidadãos para pensar e colocar em prática novas soluções é extremamente enriquecedor. “A nossa vontade é que a sociedade participe mais intensamente das questões do governo. De forma plena. O que buscamos é uma maior interação. Uma troca de ideias de maneira livre e informal”

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Na última terça-feira, o governador reuniu para um almoço no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, 21 padrinhos, de diversas áreas de atuação, para conhecer de perto o Movimento Minas e iniciar os primeiros brainstorms. Foi impressionante, notar o quanto é potente reunir pessoas de diferentes áreas de atuação, que nem sempre tem possibilidade de interagir, como a estilista Terezinha Santos, o presidente da Usiminas, Wilson Brumer, o escritor Ziraldo, o campeão olímpico Giovane Gávio, o cantor Samuel Rosa e o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo. Todos discutindo melhorias para o estado, como o Movimento Minas propõe.

À noite, num encontro aberto ao público no auditório do BDMG, o governador fez o convite à toda a sociedade para que participe mais ativamente da gestão pública. Em seguida, Ronaldo Lemos e Carla Mayumi, duas pessoas que inspiram o projeto, conversaram com o público. Ronaldo Lemos falou sobre como a cultura digital e política têm caminhado juntas, citando casos como da Islândia, que está elaborando sua nova constituição colaborativamente, por meio de ferramentas como o Facebook.

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Para explicar o que alimenta ações como essa, Carla Mayumi trouxe o resultado da pesquisa Sonho Brasileiro, na qual a empresa de pesquisa Box 1824 traçou um perfil dos jovens brasileiros e descobriu algumas características importantes para projeto como o Movimento Minas. Chamados de jovens-ponte, eles se sentem responsáveis pelo coletivo e vão além da crítica. Eles agem, de fato. Além disso, circulam por grupos diversos, levam e conectam ideias de cada um deles e têm poder de mobilização.

O encerramento do encontro aconteceu com uma intervenção do Coral Voz & Cia cantando do meio da plateia e lembrando a força e o impacto que muitas vozes juntas podem ter.

Pionerismo, exemplo, inovador, ousadia. Essas foram as palavras que mais ouvimos das pessoas com quem conversamos durante todo o dia. E são exatamente elas que dão o tom do desafio que os mineiros e o governo têm pela frente. Todo caminho novo requer aprendizado, pede novas posturas, um novo olhar e até novas formas de se fazer as mesmas coisas.

O Movimento Minas é uma plataforma em construção, um projeto colaborativo aberto a todos, uma possibilidade real que os mineiros têm em contribuir na construção do futuro do estado.

por Mari Fonseca

Aniversário da Independência dos EUA

“Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, que entre estes estão a vida, a liberdade e a procura da felicidade. Que a fim de assegurar esses direitos, governos são instituídos entre os homens, derivando seus justos poderes do consentimento dos governados; que, sempre que qualquer forma de governo se torne destrutiva de tais fins, cabe ao povo o direito de alterá-la ou aboli-la e instituir novo governo, baseando-o em tais princípios e organizando-lhe os poderes pela forma que lhe pareça mais conveniente para realizar-lhe a segurança e a felicidade.”

Esse é o início do famoso segundo parágrafo da Declaração de Independência dos Estados Unidos, escrita por Thomas Jefferson e que em 4 de julho de 1776 marcou a independência das 13 colônias inglesas na América. E é exatamente o 235º aniversário de assinatura desse documento que os estadunidenses comemoram hoje.

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Na última sexta-feira, à convite do Consulado Geral dos Estados Unidos, em São Paulo, participamos de um dos encontros que marcou as comemorações por aqui. Ouvimos do Cônsul Geral, Thomas Kelly, a importância da proximidade entre Brasil e EUA, e o aumento das conexões entre os dois países. E do embaixador, Thomas Shannon, um discurso emotivo lembrando todos os valores democráticos que fazem parte da Declaração de Independência e que são referência até hoje como o direito à vida, à liberdade e à busca pela felicidade.

Nosso relacionamento com o Consulado começou há pouco mais de seis meses, quando eles nos visitaram para conhecer a Webcitizen e entender como funcionam nossos projetos de engajamento cívico. Logo depois fomos convidados para um almoço na casa do Cônsul Geral para conhecer o Conselheiro Sênior de Inovação do Departamento de Estado dos EUA, Alec Ross (@AlecJRoss para os mais de 350 mil seguidores), que estava em busca dos techleaders brasileiros. Entre os motivos do encontro estavam a vontade de conhecer as dificuldades de empreender tecnologia no Brasil, entender como melhorar a educação voltada para o empreendedorismo, estimular o intercâmbio de profissionais da área e trabalhar a cultura de techstar estimulando o surgimento de novos empreendimentos sempre importantes para o desenvolvimento do país.

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Motivar, promover e desenvolver ferramentas de webcidadania fazem parte da missão da Webcitizen e exatamente por isso não poderíamos deixar de celebrar essa data tão rica em valores democráticos.

Fica aqui o nosso: Congratulations!

Por Mari Fonseca

17 de novembro de 2010

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Retrospectiva 1 Ano de Votenaweb

Neste mês de novembro a plataforma Votenaweb completa um ano. Desde seu lançamento, testemunhamos o surgimento de uma inteligência cidadã coletiva que logo demonstrou que o problema do brasileiro não era a falta de interesse na política e nas questões colaborativas, ao contrário, percebemos que as pessoas desejam se envolver cada vez mais. Ao que parece, o que faltava era uma ferramenta para as pessoas se envolverem.

Desde o início nos surpreendemos com a imediata aceitação da plataforma, mesmo sendo um modelo inovador, e com a rápida divulgação espontânea dos participantes por meio das redes sociais, e o interesse da imprensa e de blogueiros de todo país que foram fundamentais para o start do projeto.

Em apenas um ano de história contamos com a participação de mais de 13 mil pessoas que se tornaram coadjuvantes dessa nova forma de se envolver com a política e colaborar com a democracia no Brasil exercitando seus direitos de webcidadão por meio de um canal que tem como principal objetivo promover a participação e aproximação dos jovens na política.  Todas essas pessoas construíram, em conjunto, um ambiente colaborativo de diálogo aberto, respeitoso e democrático. O alto número e nível de comentários também é algo surpreendente, e mostra que o interesse do cidadão vai além de votar para contabilizar sua opinião, mas há também um desejo de argumentar, debater, e de ouvir a opinião do outro.

Esse nível de interesse do cidadão brasileiro, e a busca por um maior grau de pertencimento com a “coisa pública” fez com que o Votenaweb se tornasse uma referência em webcidadania no Brasil e exemplo para outros países. Mais importante do que termos conquistado o reconhecimento internacional da ONU, foi percebermos que hoje a política faz parte do cotidiano de milhares de pessoas que antes mantinham-se distante deste assunto.

Olhando para trás vemos que nada seria possível sem a participação de pessoas que dedicam minutos de seu dia, para acompanhar o trabalho dos políticos, enquanto checam e-mails, atualizam suas redes sociais e navegam na internet. Alguns dedicam muito mais do que alguns minutos e votam em centenas de projetos ao longo da semana. Olhando para frente, vislumbramos uma comunidade cada vez mais participativa e interessada.

Comemoramos um ano de Votenaweb com a certeza de que existe uma grande oportunidade de nós brasileiros, darmos um exemplo de participação democratica e troca de informação. Acreditamos que é possível sim resgatar a credibilidade do sistema político no Brasil.

Parabenizamos e agradecemos a todos que fazem parte desta história e que acredita no poder que a internet tem de mobilizar pessoas e gerar transformações.

Acompanhe as notícias sobre o Votenaweb no Busk:

Equipe Votenaweb

1 de outubro de 2010

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Declaração de Cidadania Global

Agora, na internet, pontos já podem compensar o total de carbono lançado  na atmosfera. É que uma invenção suíça permite que os usuários da rede social Neo.org troquem os chamados neos por plantações de árvores pelo mundo.

Os participantes são pessoas interessadas em mudar a realidade do planeta que, além de colecionarem esses pontos, deixam declarações pelo bem-estar internacional. O que você precisa fazer é pontuar, ou melhor, conseguir os neos, e para isto, basta postar uma causa a favor do meio ambiente, especialmente pelo reflorestamento.

O site é operado pelo Instituto Neo Stiftung, independente e neutro, com financiamento de doadores particulares de todo o mundo. Por meio de posts e manifestações de apoios às causas apresentadas por lá, esses voluntários e parceiros globais ajudam a formar a Declaração de Cidadania Global.

Esse documento é importante porque valoriza as mudanças que podem ser feitas por pequenos grupos de cidadãos e permitem uma reflexão sobre a visão de mundo e as formas de pensamento sobre ele. A iniciativa é uma novidade da rede mundial de computadores para manter um modo de vida sustentável. Para aderir ou buscar outras informações, acesse.

Declaração de Cidadania Global

Por Patrícia Scofield

14 de setembro de 2010

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5 sites para votar melhor

As eleições se aproximam e cada um se vira como pode. De um lado, os candidatos se esforçam em atrair atenção dos eleitores; de outro, os cidadãos se articulam para reunir informações e decidir quem merece (ou não) o seu voto.

Na cultura participativa em que estão inseridos, os cidadãos estão habilitados a promover práticas sociais em torno da tecnologia e acionar recursos para expressar sua opinião criando conteúdos. Os eleitores tem a oportunidade de expandir suas opiniões, mobilizar mais pessoas, compartilhar argumentos e gerar discussões sobre o que acreditam e transformar o processo político.

A Webcitizen faz parte desse movimento. Prata da casa, os projetos Votenaweb e Eu Lembro são ferramentas que ajudam o cidadão a acompanhar as atividades políticas e se informar melhor sobre seus candidatos. Além desses, nós listamos aqui mais 5 iniciativas que podem te ajudar a votar melhor. Confira ai!

5 sites para votar melhor

Sem Sujeira
O site reúne demonstrações de irresponsabilidade ambiental que ocorre durante o período de campanha política em todo o Brasil, sobretudo no que diz respeito à poluição visual nas cidades. Os usuários podem enviar imagens e informar o endereço do local onde as irregularidades foram feitas e localizar as ocorrência no mapa. O objetivo é reivindicar uma prestação de contas a respeito de como os candidatos direcionam suas estratégias de campanha, levando em consideração o cuidado com o ambiente que  pretendem governar.

Eleitor 2010
A proposta do site é criar uma rede de fiscalização colaborativa das eleições de 2010, segundo a ótica do eleitor. Toda a produção de conteúdo é focada no testemunho do eleitor, que pode denunciar irregularidades e abusos do período de campanha.

Google Eleições
O Google cruzou suas ferramentas para fazer um levantamento das atividades dos presidenciáveis no período de eleições. Dá para acompanhar a agenda de cada um deles pelo mapa, monitorar o volume de buscas sobre cada nome realizada no Google e ainda enviar perguntas via Youtube para os candidatos.

Questão Pública
O site deseja traçar a afinidade entre eleitores e candidatos ao senado Federal comparando as opiniões de ambos em resposta a perguntas polêmicas que estão na pauta da sociedade civil. Após responder a um questionário de 35 perguntas (também aplicado aos políticos), o eleitor pode comparar suas escolhas às do candidato e avaliar suas intenções de voto.

Ficha Limpa
Criado a partir do Projeto de Lei de Iniciativa Popular conhecido como Ficha Limpa, o site traz um cadastro voluntário e de políticos que atendem à Lei Ficha Limpa e se comprometem com a transparência de sua campanha eleitoral, através da prestação de contas semanal. Os eleitores podem consultar o cadastro de diferentes formas: por Estado, partido, nome/número do candidato, cargo eletivo, gênero, idade, cor e etnia. A partir dessas e outras informações sobre a vida pregressa dos candidatos às eleições, a proposta é contribuir tornar mais rígidos os critérios para viabilizar uma candidatura política.

Por Patrícia Scofield e Rodrigo Moreira

2 de setembro de 2010

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Open data

O acesso a conteúdos restritos já é realidade, de forma que as informações antes tidas como confidenciais estão disponíveis a todos os cidadãos.

Em Harvard, o pesquisador do Centro Berkman para Internet e Sociedade Ethan Zuckerman lançou uma plataforma open-source que compartilha notícias e opiniões da mídia cidadã em mais de 150 nações. Chamado Media Cloud, o aplicativo traduz o conteúdo de mais de 30 idiomas, publica em 20 línguas, permite a análise quantitativa da mídia e a utilização da nova tecnologia por ativistas. Para isso, ele conta com a comunidade Global Voices, co-fundada com Rebecca MacKinnon e com a Fundação Geekcorps Zuckerman, enviando mais de 100 especialistas voluntários para trabalharem na África Ocidental, por exemplo.

Outro esforço internacional é a dos WikiLeaks, uma organização internacional sem fins lucrativos, sediada na Suécia, que publica em seu site posts de fontes anônimas, documentos, fotos e informações de governos ou empresas. O estudante de pós-graduação Drew Conway utilizou observações sobre os ataques talibãs no Afeganistão para fornecer um resumo gráfico. O banco de dados livre também serviu para análise estatística sobre a propagação do combate, de 2004 a 2

“Por exemplo, no recente gráfico que eu postei, muitas pessoas foram percebendo o crescente número de ataques em torno do ‘anel viário no Afeganistão’, ao longo do tempo, e vendo isso como uma indicação do Taliban a tentativa de minar o governo do Afeganistão cortando as aldeias uns dos outros”, afirma Conway. O trabalho reflete em parte o comportamento militar interno dos Estados Unidos e a expansão das forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte em diferentes partes do país.

Julian Assange

Julian Assange fundou o WikiLeaks, organização que publica em seu site posts de fontes anônimas e informações até então sigilosas de governos ou empresas

Fontes: TED.com e Wired.com

Por Patrícia Scolfield

13 de agosto de 2010

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Votos reais, partido virtual

Como a internet e as novas tecnologias estão configurando a articulação de iniciativas democráticas? Uma pista foi dada aqui, num recente post que indagava: Podemos, todos nós, governar? Se dirigirmos a pergunta aos idealizadores do Senator Online (SOL), a resposta certamente será “sim”.

O SOL é um partido político virtual criado para representar o desejo da maioria dos cidadãos australianos. Funciona assim: no site do partido, as leis que irão à votação no Congresso são exibidas. As pessoas votam na alternativa que acreditam ser a melhor escolha. De posse do resultado, o representante do partido vota no congresso de acordo com a decisão da maioria.

Os proponentes do partido defendem um sistema de representação que devolva voz aos cidadãos e diminua influências de corporações e lobistas nas decisões políticas do país. A proposta baseia-se em utilizar a internet como meio de aproximação entre cidadãos e política, reunindo informações sobre leis, políticos e atividades do congresso, que poderão estimular discussões e trocas entre os cidadãos. O partido explica que não apresenta nenhuma agenda política ou plataforma e que a intenção é mesmo disponibilizar informação imparcial sobre os projetos apresentados no Congresso, inclusive explicar as proposições de cada um com listagem de argumentos contra e a favor.

Senator Online

Senator Online é o primeiro (e único) partido virtual na Austrália

O site se encontra ainda em fase de pré-eleições, o que significa que o candidato do partido (já anunciado) ainda precisa entrar em campanha e ser oficialmente eleito para que o ideal do projeto seja posto em prática. Todas as propostas são abertas ao debate, do layout do site à dinâmica de como acontecerão os votos, a idéia é construir tudo colaborativamente.

A proposta do SOL levanta algumas questões sobre como as articulações democráticas se configurarão num futuro bem próximo. O trabalho dos políticos poderá se resumir apenas a uma função operacional de acordo com a vontade da maioria? O que impedirá que escolhas motivadas por resoluções de curto prazo, como por exemplo a rejeição de impostos necessários, sejam acatadas? Como grupos de minorias poderão ter sua opinião validada? Quais as novas habilidades os políticos deverão somar à sua atuação no mundo virtual?

Acompanharemos as transformações.

Por Rodrigo Moreira

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