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	<title>Webcitizen &#124; Aproximando cidadãos &#187; Gov 2.0 Summit</title>
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	<description>Webcitizen &#124; Aproximando cidadãos</description>
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		<title>Votenaweb no Gov 2.0 Summit</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 14:21:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Lacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Votenaweb]]></category>
		<category><![CDATA[eGov]]></category>
		<category><![CDATA[Gov 2.0 Summit]]></category>
		<category><![CDATA[Vote na Web]]></category>

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		<description><![CDATA[
Foi no dia 15 de novembro do ano passado que o site Votenaweb foi apresentado no TEDxSP. De lá para cá, muita coisa aconteceu e, a cada dia mais pessoas conhecem essa plataforma que estará presente no Gov 2.0 Summit, o principal evento de webcidadania realizado em Washington, nos EUA.
O Votenaweb foi o único projeto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1599" title="Cobertura Washington Gov 2.0 Summit 2010" src="http://www.webcitizen.com.br/wp-content/uploads/2010/04/cobertura-washington-gov-2.0-summit201031.jpg" alt="Cobertura Washington Gov 2.0 Summit 2010" width="727" height="310" /></p>
<p>Foi no dia 15 de novembro do ano passado que o site Votenaweb foi apresentado no TEDxSP. De lá para cá, muita coisa aconteceu e, a cada dia mais pessoas conhecem essa plataforma que estará presente no <a href="http://www.gov2expo.com/gov2expo2010/public/schedule/detail/14667" target="_blank">Gov 2.0 Summit</a>, o principal evento de webcidadania realizado em Washington, nos EUA.</p>
<p>O Votenaweb foi o único projeto brasileiro selecionado para ser apresentado no Gov 2.0 Summit 2010 que reunirá iniciativas de todos os lugares que utilizam a internet como meio para aproximar o cidadão do governo e de seus governantes.</p>
<p>O Gov 2.0 Summit acontece entre os dias 25 e 27 de maio e a Webcitizen estará presente fazendo a cobertura completa que você pode conferir aqui e também pelo twitter <a href="http://twitter.com/webcitizen_" target="_blank">@webcitizen_</a>.</p>
<p><em>Por Vinícius Lacerda</em></p>
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		<title>Que ano&#8230;</title>
		<link>http://www.webcitizen.com.br/que-ano/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 19:27:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis Burgierman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Gotas]]></category>
		<category><![CDATA[Gov 2.0 Summit]]></category>
		<category><![CDATA[TEDxSP]]></category>
		<category><![CDATA[Vote na Web]]></category>

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		<description><![CDATA[A sensação que eu tenho é que fui atropelado por 2009. Visto daqui onde eu estou: crise mundial, mudança de emprego, um monte de novos blogs, TEDxSP, a Webcitizen nascendo, Gov 2.0 Summit, a Pri lá em Copenhague, Votenaweb, Gotas, Ciclocidade, mil projetos, um monte de movimentos surgindo, ganhando força, pegando impulso.
Posso estar enganado, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A sensação que eu tenho é que fui atropelado por 2009. Visto daqui onde eu estou: crise mundial, mudança de emprego, um monte de novos blogs, TEDxSP, a Webcitizen nascendo, Gov 2.0 Summit, a Pri lá em Copenhague, Votenaweb, Gotas, Ciclocidade, mil projetos, um monte de movimentos surgindo, ganhando força, pegando impulso.</p>
<p>Posso estar enganado, mas tenho a sensação de que 2010 vai ser daqueles anos que não terminam (saca 1968?).</p>
<p>Vejo vocês lá.</p>
<p>Mas só depois do dia 10 de janeiro, porque até lá vou virar eremita no deserto do Atacama. Recomendo tomar ar antes de mergulhar em 2010.</p>
<p>abraços</p>
<p>Denis</p>
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		<title>Mundos virtuais, culturas reais</title>
		<link>http://www.webcitizen.com.br/mundos-virtuais-culturas-reais/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 14:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Blas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Gov 2.0 Summit]]></category>

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		<description><![CDATA[
Diplomacia não pertence mais só ao mundo físico. O projeto Diplomacia Digital: Compreendendo Islamismo através de Mundos Virtuais, explora como políticas de relações exteriores podem melhorar o engajamento com comunidades muçulmanas em todo o mundo, utilizando oportunidades complexas proporcionadas pelo uso de espaços imersivos virtuais como o Second Life.
Neste video feito durante o Gov 2.0 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="727" height="435" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/WQr7pLDquko&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="727" height="435" src="http://www.youtube.com/v/WQr7pLDquko&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Diplomacia não pertence mais só ao mundo físico. O projeto <a href="http://dancinginkproductions.com/projects/understanding-islam-through-virtual-worlds/#ixzz0UlHwRVFV" target="_blank">Diplomacia Digital: Compreendendo Islamismo através de Mundos Virtuais</a>, explora como políticas de relações exteriores podem melhorar o engajamento com comunidades muçulmanas em todo o mundo, utilizando oportunidades complexas proporcionadas pelo uso de espaços imersivos virtuais como o Second Life.</p>
<p>Neste video feito durante o Gov 2.0 Summit em Washington, D.C. em Setembro de 2009, Rita J. King e Joshua S. Fouts, ambos Senior Fellows do <a href="http://www.cceia.org/index.html" target="_blank">Carnegie Council for Ethics in International Affairs</a>, falam com a WebCitizen sobre o projeto e sua missão.</p>
<p>King e Fouts escolheram o mundo virtual do Second Life como a plataforma para sua pesquisa por vários motivos, entre eles o fato de ser a plataforma internacional mais abrangente. A idéia deles é essa: como podem as pessoas aprender sobre outras culturas em um espaço virtual autêntico experiencial, e como esta informação pode suplementar ou aumentar o trabalho diplomático no mundo físico e real?</p>
<p>O objetivo do projeto foi verificar o quanto eles poderiam aprender sobre o Islamismo em um espaço que tem o potencial de trazer novos insights e quebrar preconceitos e barreiras já cimentadas no mundo real.</p>
<p>Rita J. King é Chairwoman e Diretora de Criação da <a href="http://dancinginkproductions.com/" target="_blank">Dancing Ink Productions</a>, e Senior Fellow do Carnegie Council for Ethics in International Affairs.</p>
<p>Joshua S. Fouts é Estrategista Global da Dancing Ink Productions, e Senior Fellow do Carnegie Council for Ethics in International Affairs.</p>
<p>O <a href="http://www.cceia.org/index.html" target="_blank">Carnegie Council for Ethics in International Affairs</a> é uma instituição Americana não governamental e educacional sem fins lucrativos que através de seus programas, publicações e website, almejam ser o endereço central para decisões éticas em discussões internacionais. Desde sua fundação em 1914, o Conselho tem focado na importância dos valores éticos nas relações internacionais, aspirando ser uma “voz para a ética” em todo o mundo.</p>
<p>Veja o video do projeto <a href="http://www.youtube.com/watch?v=sr2Scu-vQp4" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><em>André Blas</em></p>
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		<title>Inovação a serviço da comunicação entre governos e cidadãos</title>
		<link>http://www.webcitizen.com.br/inovacao-a-servico-da-comunicacao-entre-governos-e-cidadaos/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 13:34:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Blas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Gov 2.0 Summit]]></category>

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Depois de ter passado mais de duas décadas trabalhando com companhias de tecnologia no vale do Silício na California, Lewis Shepherd é hoje o chefe de Tecnologia do Instituto Microsoft de Tecnologias Governamentais Avançadas, alêm de escrever para o conceituado blog Sheperds Pi.
Nesta entrevista exclusiva concedida à WebCitizen durante o Gov 2.0 Summit, Lewis fala [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="727" height="435" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ZgftH30UhA0&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="727" height="435" src="http://www.youtube.com/v/ZgftH30UhA0&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Depois de ter passado mais de duas décadas trabalhando com companhias de tecnologia no vale do Silício na California, Lewis Shepherd é hoje o chefe de Tecnologia do Instituto Microsoft de Tecnologias Governamentais Avançadas, alêm de escrever para o conceituado blog <a href="http://lewisshepherd.wordpress.com/" target="_blank">Sheperds Pi</a>.</p>
<p>Nesta entrevista exclusiva concedida à WebCitizen durante o Gov 2.0 Summit, Lewis fala sobre como as tecnologias de mídia de hoje estão criando novos canais de comunicação social online entre governos e cidadãos.</p>
<p>As redes sociais têm o potencial de conectar todos de uma maneira que até pouco tempo atrás não era possível. Os governos deveriam se espelhar neste poder social criando a oportunidade de uma maior confiança entre governos e cidadãos, nos moldes da confiança crescente existente entre usuários de redes sociais. E na opinião de Lewis, não há nada como a política para forçar uma maneira nova e criativa de se pensar sobre como se comunicar com um grande número de pessoas.</p>
<p>A Microsoft quer se posicionar como uma empresa pioneira e inovadora nesta revolução, preocupada em expandir a participação pública e fortalecer a cidadania de uma maneira colaborativa.</p>
<p><em>André Blas</em></p>
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		<title>MySociety, construindo serviços que as pessoas querem usar</title>
		<link>http://www.webcitizen.com.br/mysociety-construindo-servicos-que-as-pessoas-querem-usar/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 14:19:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pollyanna Sales</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Gov 2.0 Summit]]></category>

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Tom Steinberg é o fundador e diretor da MySociety, uma ONG britânica open source, que é referência mundial em websites pró-democracia e pró-cidadania. Entre os vários websites que a ONG administra, está o site de transparência parlamentar TheyWorkForYou, que apresenta informações sobre todos os parlamentares britânicos, e o FixMyStreet, que, como diz o nome, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="727" height="435" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qZBQw6B-QP8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="727" height="435" src="http://www.youtube.com/v/qZBQw6B-QP8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Tom Steinberg é o fundador e diretor da <a href="http://www.mysociety.org" target="_blank">MySociety</a>, uma ONG britânica open source, que é referência mundial em websites pró-democracia e pró-cidadania. Entre os vários websites que a ONG administra, está o site de transparência parlamentar <a href="http://www.theyworkforyou.com/" target="_blank">TheyWorkForYou</a>, que apresenta informações sobre todos os parlamentares britânicos, e o <a href="http://www.fixmystreet.com/" target="_blank">FixMyStreet</a>, que, como diz o nome, é um site simples e claro que permite que os cidadãos britânicos denunciem, monitorem e discutam problemas locais como sinais de trânsito defeituosos, ruas esburacadas, vandalismo em suas vizinhanças. Milhares de denúncias foram enviadas aos governantes responsáveis através do site.</p>
<p>Esta entrevista exclusiva foi dada à WebCitizen durante o evento Gov 2.0 Summit, onde Tom foi um dos palestrantes. Nela, ele explicou que a missão da mySociety.org é construir websites simples que ofereçam às pessoas benefícios simples e tangíveis em suas vidas, e usar novas tecnologias para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.</p>
<p><em>André Blas</em></p>
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		<title>Spacebook, o espaço social da NASA</title>
		<link>http://www.webcitizen.com.br/spacebook-o-espaco-social-da-nasa/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 16:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Blas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Gov 2.0 Summit]]></category>

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Emma Antunes é a responsável pelo desenvolvimento e implementação do Spacebook, uma rede social interna da NASA. O Spacebook  é uma espécie de Facebook criado para estimular a colaboração inter-disciplinar entre os funcionários da NASA, com perfis, forums, grupos e social bookmarking. Cada funcionário cria sua própria home page onde pode atualizar seu status, compartilhar arquivos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="727" height="435" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/kJe6e75XMi0&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="727" height="435" src="http://www.youtube.com/v/kJe6e75XMi0&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Emma Antunes é a responsável pelo desenvolvimento e implementação do Spacebook, uma rede social interna da <a title="NASA" href="http://www.nasa.gov/" target="_blank">NASA</a>. O Spacebook  é uma espécie de Facebook criado para estimular a colaboração inter-disciplinar entre os funcionários da NASA, com perfis, forums, grupos e social bookmarking. Cada funcionário cria sua própria home page onde pode atualizar seu status, compartilhar arquivos, colaborar em um Wiki, adicionar outras pessoas e seguir suas atividades, participar de comunidades, grupos e fóruns de interesse, e até mesmo trocar equipamento e informações relevantes aos seus trabalhos e funções.</p>
<p>Nesta entrevista exclusiva à WebCitizen durante o Gov 2.0 Summit em Washington, D.C., Emma discute os desafios e os benefícios de uma ferramenta de conectividade e colaboração como o Spacebook, e o impacto que ele tem na funcionalidade profissional dos funcionários da NASA.</p>
<p><em>André Blas</em></p>
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		<title>Conexão para mudar o mundo</title>
		<link>http://www.webcitizen.com.br/conexao-para-mudar-o-mundo/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 13:39:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pollyanna Sales</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Gov 2.0 Summit]]></category>

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Mark Drapeau é um cientista, escritor, e consultor nas esferas públicas e privadas, focalizando nas áreas de tecnologia, inovação, governança e sociedade. Ele é atualmente professor adjunto da School of Media and Public Affairs da Universidade George Washington, na capital americana, tendo recebido vários prêmios e honras nacionais pelos seus trabalhos.
Drapeau foi quem criou o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="727" height="435" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/9w0IfpY75xg&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="727" height="435" src="http://www.youtube.com/v/9w0IfpY75xg&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Mark Drapeau é um cientista, escritor, e consultor nas esferas públicas e privadas, focalizando nas áreas de tecnologia, inovação, governança e sociedade. Ele é atualmente professor adjunto da School of Media and Public Affairs da Universidade George Washington, na capital americana, tendo recebido vários prêmios e honras nacionais pelos seus trabalhos.</p>
<p><a href="http://www.markdrapeau.com/" target="_blank">Drapeau</a> foi quem criou o termo “goverati”, para descrever o grupo de pessoas que compreendem os mecanismos governamentais e como as novas tecnologias sociais possibilitam maior comunicação, transparência, participação e colaboração entre cidadãos e governos.</p>
<p>Ele recentemente fundou o <a href="www.government20club.org" target="_blank">Clube Governo 2.0</a>, uma organização internacional que promove eventos sobre a interseção entre tecnologias sociais e o governo. Ele também foi o Co-chair do comitê de programação do Gov 2.0 Showcase Expo, evento que abriu o Gov 2.0 Summit em Washington, D.C. em Setembro de 2009.</p>
<p>Foi durante este evento que <a href="http://twitter.com/cheeky_geeky" target="_blank">Drapeau</a> concedeu uma entrevista exclusiva à WebCitizen, e conversa sobre como as novas mídias estão causando rupturas irreversíveis em vários aspectos da sociedade, como nas areas da educação e do jornalismo tradicionais, e como as mídias sociais estão repondo jornais e revistas como fontes de informação.</p>
<p>Blog do Mark Drapeau: http://www.markdrapeau.com/<br />
Twitter do Mark Drapeau: http://twitter.com/cheeky_geeky</p>
<p><em>André Blas</em></p>
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		<title>E o vencedor é…</title>
		<link>http://www.webcitizen.com.br/e-o-vencedor-e%e2%80%a6/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 21:35:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Blas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Gov 2.0 Summit]]></category>

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Uma das iniciativas digitais mais interessantes do governo Obama foi o site data.gov. Basicamente, o governo federal pegou uma imensidão de dados que já existiam dentro do governo e tornou-os públicos. O que antes era acompanhado apenas por funcionários da administração de repente foi aberto para o mundo inteiro, para quem quiser fuçar, na esperança [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="727" height="420" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/v7cZq9iOGmM&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="727" height="420" src="http://www.youtube.com/v/v7cZq9iOGmM&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Uma das iniciativas digitais mais interessantes do governo Obama foi o site data.gov. Basicamente, o governo federal pegou uma imensidão de dados que já existiam dentro do governo e tornou-os públicos. O que antes era acompanhado apenas por funcionários da administração de repente foi aberto para o mundo inteiro, para quem quiser fuçar, na esperança de que gente esperta vai olhar e ajudar a melhorar o governo. Com base nisso, uma organização não-governamental pró-transparência chamada Sunlight Foundation criou um prêmio interessantíssimo chamado Apps for America (“A<a href="http://www.sunlightlabs.com/contests/appsforamerica2/" target="_blank">plicativos para a América</a>”). A ideia é simples: premiar os desenvolvedores que criassem os melhores aplicativos para a internet com base nos dados do <a href="http://www.data.gov/" target="_self">data.gov.</a></p>
<p>A entrega do prêmio foi feita em Washington no dia 8 de setembro, durante o gov2.0 Summit. Estávamos lá e tivemos a oportunidade de entrevistar o grande vencedor, Joe Pringle, que faturou um prêmio de 10.000 dólares por ter ajudado a criar o excelente <a href="http://www.datamasher.org/" target="_blank">DataMasher</a> . O DataMasher permite que você pegue duas séries de dados do data.gov e crie relações. Por exemplo, você pode descobrir se há correlação entre o número de lojas de fast food per capita e o índice de diabetes de um estado (resposta: há. O estado com mais lanchonetes, Louisiana, é também o segundo com maior porcentagem de adultos diabéticos. E os menores índices da doença estão todos em estados do nordeste e oeste americano, onde há menos fast food). Ou dá para comparar gastos com educação e aproveitamento escolar. Crime violento e taxa de pobreza. Disponibilidade de comida orgânica e taxa de obesidade. Contribuições de campanha e gastos federais. E assim por diante. Com o DataMasher qualquer cidadão pode virar um pesquisador com informação nova sobre a administração pública.</p>
<p>Nesta entrevista, Joe fala do Apps for America, discute o futuro do governo e filosofa sobre a viabilidade de uma democracia direta.</p>
<p><em>Denis Russo Burgierman</em></p>
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		<title>O Brasil precisa cultivar programadores sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 01:50:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helder</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Gov 2.0 Summit]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Semana passada assisti em Washington ao Gov 2.0 Summit, uma primeira tentativa de articular a discussão sobre como usar o imenso potencial da internet para fortalecer a cidadania e a democracia, com aplicativos produzidos pela sociedade civil para melhorar o mundo. Num intervalo, consegui me aproximar do organizador do evento, Tim O´Reilly, e perguntei a ele como essa idéia, que descentraliza a produção de ferramentas de web colocando a responsabilidade nas mãos do cidadãos, poderia ser aplicada em um País como o Brasil, no qual o número de web-empreendedores é pequeno.</p>
<p><strong>“</strong><em><strong>Well</strong></em><strong>, vocês devem cultivar essa comunidade.” Enfim: o problema é nosso.</strong></p>
<p>A resposta me incomodou. Achei que O´Reilly estava lavando as mãos. Fiquei pensando nisso deste então e cheguei a uma conclusão dura: o que me incomodou não foi o sorriso de O’Reilly. Foi o fato de que ele estava certo. O problema é nosso mesmo. Embora essa discussão sobre Gov 2.0 seja nova até mesmo nos Estados Unidos, fica claro que a situação do Brasil em relação a desenvolvimento para web ainda é demasiadamente precária.</p>
<p>Enquanto nós brasileiros ficamos analisando se Facebook é bom ou não, ou criticando o barulho criado pelo Twitter, são os americanos que estão construindo estas ferramentas que mudam a forma como nos relacionamos por aqui. Sempre tivemos papel importante de rapidamente adotar ferramentas como MSN, Orkut, Blogger. Estima-se que existam aproximadamente <a href="http://publicidade.uol.com.br/amidiaquemaiscresce/fatos.html#/?page=1">63 milhões de brasileiros</a> na internet, o que ultrapassa até mesmo números de países desenvolvidos como França, Itália e Reino Unido. No entanto, apesar de todas essas pessoas online, ainda não conseguimos produzir um único aplicativo sequer de relevância nacional, muito menos internacional. Não estaria na hora de mostrarmos nossa criatividade, deixarmos de ser apenas seguidores e participarmos desta conversa?</p>
<p>Se cabe a nós, cidadãos, produzir ferramentas para resolver problemas da sociedade, qual a parte que cabe ao governo? Após a conferência, percebo que a transformação do governo brasileiro em plataforma de inovação para web tem que se dar na tentativa de resolver uma tríade de necessidades básicas.</p>
<p><strong>1) Precisamos reduzir o tempo e o custo da experimentação.</strong> Startups são experimentos. Como qualquer outro experimento, existe uma alta chance de dar errado. Bom, “se a falha é inevitável, que seja rápida e que seja barata” diz Eric Ries do blog <a href="http://www.startuplessonslearned.com/">LessonsLearned</a>. A fórmula de sucesso é reduzir riscos e aumentar a agilidade para que possamos errar aprender mais. Oferecer hospedagem gratuita para aplicativos voltados ao bem público seria uma grande ajuda do governo nessa direção. O governo brasileiro tem a chance de fazer do Brasil o primeiro país a oferecer um serviço de cloud computing público, o que quebraria uma das maiores travas da programação para web no país: a falta de servidores de qualidade. Sem dúvida isso seria um marco na infraestrutura do país. O equivalente das estradas e pontes do século passado é essa a infraestutura do século XXI. Uma verdadeira web-obra.</p>
<div id="attachment_128" class="wp-caption alignleft" style="width: 737px"><img class="size-full wp-image-128" title="Eric Ries" src="http://66.147.240.184/~webcitiz/wp-content/uploads/2009/09/EricRies.jpg" alt="Eric Ries do Lessons Learned: &quot;Que a falha seja rapida e barata&quot;." width="727" height="450" /><p class="wp-caption-text">Eric Ries do blog Lessons Learned: “Que a falha seja rápida e barata”.</p></div>
<p><strong>2) Precisamos ter matéria prima para ser trabalhada.</strong> A matéria prima principal da próxima web são dados, já dizia Tim Bernes Lee. De preferência limpos e frescos – mas se só existem crus, já é um bom alimento. Disponibilizar dados públicos é fundamental para visualizar mais claramente quais são os problemas e consequentemente quais as novas soluções. O Brasil precisa de uma política pública de transparência através da disponibilização em tempo real de dados governamentais, como os Estados Unidos estão fazendo no site <a href="http://www.data.gov/">data.gov</a></p>
<div id="attachment_129" class="wp-caption alignleft" style="width: 737px"><img class="size-full wp-image-129" title="vivek-kundra" src="http://66.147.240.184/~webcitiz/wp-content/uploads/2009/09/vivek-kundra.jpg" alt="Vivek Kundra, Federal CIO (chief of Information Office): &quot;O objetivo é democratizar os dados, torna-los disponíveis publicamente em um formato legível para máquinas. Hoje já são 110 mil fontes de dados.&quot;" width="727" height="450" /><p class="wp-caption-text">Vivek Kundra, Federal U.S. CIO (Chief Information Officer): &quot;O objetivo é democratizar os dados, torna-los disponíveis publicamente em um formato legível para máquinas. Hoje já são 110 mil datasets.&quot;</p></div>
<p><strong>3) Precisamos de pessoas interessadas em produzir ferramentas cidadãs</strong>. Se já não bastasse a falta de empreendedores na web brasileira, a situação é agravada pela descrença em causas públicas. Uns acham o setor público podre demais, outros não acreditam que podem sobreviver fazendo o bem pra sociedade. Seja por qual motivo da descrença, o governo tem que conquistar o interesse dessa nova geração de inovadores. Precisamos de incentivos – sejam eles abatimentos nos impostos, prêmios em dinheiro ou simplesmente oportunidades de ganhar visibilidade para que mais pessoas tenham como objetivo ajudar a sociedade através da internet. O que estão fazendo nos Estados Unidos é premiar melhores iniciativas, com prêmios como o <a href="http://www.sunlightlabs.com/">Apps for America</a> e o <a href="http://www.appsfordemocracy.org/">Apps for Democracy</a>. Os norte-americanos têm como tradição acreditar que as premiações podem gerar um valor muito maior do que o total distribuído. Mas se você é daqueles que só acredita vendo (preferencialmente vendo números), o caso do Apps for Democracy é exemplar. Em apenas 30 dias e oferecendo um prêmio de só 50 mil dólares, o desafio gerou 47 aplicativos, cujo valor total de mercado estimado é de US$2,3 milhões. Investir 50 mil para ganhar 2,3 milhões – não é um bom negócio? A premiação é uma forma de estimular o empreendedorismo e reconhecer colaborações para o bem público (conquistas intelectuais importantes para a nossa evolução). Que tal um Prêmio Brasileiro de Inovação Pública Online?</p>
<p>Ter o governo como plataforma significa criar um ambiente para o exercício da webcidadania. Só assim teremos massa crítica para que a sociedade use a internet para resolver nossos problemas. Não será apenas uma iniciativa que irá transformar o Brasil em uma nação digital. Mas é preciso ter um compromisso com a idealização e realização de soluções. É preciso começar.</p>
<p><small>Texto e fotos de Helder Araujo. Co-fundador da WebCitizen.</small></p>
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		<title>Um começo</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 18:23:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis Burgierman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Gov 2.0 Summit]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram três dias de discussões com vários dos principais líderes de Washington e do Vale do Silício. Altos executivos da Google, Microsoft, Amazon, Twitter, Facebook, altos oficiais do exército, saúde, inteligência, educação, presidência. Um monte de inovadores, empreendedores. Um monte de gente com boas causas. Um monte de conversas boas nos corredores. Mais conversas sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foram três dias de discussões com vários dos principais líderes de Washington e do Vale do Silício. Altos executivos da Google, Microsoft, Amazon, Twitter, Facebook, altos oficiais do exército, saúde, inteligência, educação, presidência. Um monte de inovadores, empreendedores. Um monte de gente com boas causas. Um monte de conversas boas nos corredores. Mais conversas sobre o futuro – possibilidades, projetos, parcerias – do que sobre o passado. Um monte de discursos inspiradores, de ideias para levar para o Brasil e amadurecer, de caminhos para seguir.</p>
<p>Atrás do palco, uma tela exibia o Twitter do evento (como esse povo tweeta&#8230; Como eles conseguem prestar atenção e digitar ao mesmo tempo?) Um post do Twitter, no último dia, dizia: &#8220;daqui a alguns anos, quando o mundo for diferente, vamos poder dizer que estávamos lá quando tudo começou&#8221;.</p>
<p>Agora é transformar otimismo e boas intenções em coisas concretas&#8230;</p>
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