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A Webcitizen é um tipo diferente de startup de tecnologia. Usamos tecnologia para transformar comportamentos de cidadãos e empresas públicas e privadas. Somos especialistas na criação de plataformas digitais para coletar e analisar dados comportamentais. Poucos fazem o que fazemos. Combinamos tecnologia e comportamento, na busca de oportunidades e soluções que impactarão, positivamente, a sociedade como um todo.

Posts com a tag Cidadania

Aniversário da Independência dos EUA

“Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, que entre estes estão a vida, a liberdade e a procura da felicidade. Que a fim de assegurar esses direitos, governos são instituídos entre os homens, derivando seus justos poderes do consentimento dos governados; que, sempre que qualquer forma de governo se torne destrutiva de tais fins, cabe ao povo o direito de alterá-la ou aboli-la e instituir novo governo, baseando-o em tais princípios e organizando-lhe os poderes pela forma que lhe pareça mais conveniente para realizar-lhe a segurança e a felicidade.”

Esse é o início do famoso segundo parágrafo da Declaração de Independência dos Estados Unidos, escrita por Thomas Jefferson e que em 4 de julho de 1776 marcou a independência das 13 colônias inglesas na América. E é exatamente o 235º aniversário de assinatura desse documento que os estadunidenses comemoram hoje.

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Na última sexta-feira, à convite do Consulado Geral dos Estados Unidos, em São Paulo, participamos de um dos encontros que marcou as comemorações por aqui. Ouvimos do Cônsul Geral, Thomas Kelly, a importância da proximidade entre Brasil e EUA, e o aumento das conexões entre os dois países. E do embaixador, Thomas Shannon, um discurso emotivo lembrando todos os valores democráticos que fazem parte da Declaração de Independência e que são referência até hoje como o direito à vida, à liberdade e à busca pela felicidade.

Nosso relacionamento com o Consulado começou há pouco mais de seis meses, quando eles nos visitaram para conhecer a Webcitizen e entender como funcionam nossos projetos de engajamento cívico. Logo depois fomos convidados para um almoço na casa do Cônsul Geral para conhecer o Conselheiro Sênior de Inovação do Departamento de Estado dos EUA, Alec Ross (@AlecJRoss para os mais de 350 mil seguidores), que estava em busca dos techleaders brasileiros. Entre os motivos do encontro estavam a vontade de conhecer as dificuldades de empreender tecnologia no Brasil, entender como melhorar a educação voltada para o empreendedorismo, estimular o intercâmbio de profissionais da área e trabalhar a cultura de techstar estimulando o surgimento de novos empreendimentos sempre importantes para o desenvolvimento do país.

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Motivar, promover e desenvolver ferramentas de webcidadania fazem parte da missão da Webcitizen e exatamente por isso não poderíamos deixar de celebrar essa data tão rica em valores democráticos.

Fica aqui o nosso: Congratulations!

Por Mari Fonseca

22 de novembro de 2010

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O papel da internet

A internet surgiu no final do século XX e foi se configurando inspirada em todas as demais mídias, ferramentas e tecnologias de comunicação. Ao fecharmos a primeira década do século XXI apresenta-se como o principal meio de difusão da informação dado o seu potencial e capacidade de convergir e pela interatividade promovida por meio da Rede Mundial de Computadores ligada a todas as demais tecnologias de comunicação.

George Orwell em 1949 escreveu a obra de ficção “1984”, um marco e um aceno para uma percepção de mundo futuro, que possuía como principal mensagem um alerta contra o totalitarismo, dado o contexto histórico pós-guerras. O Grande Irmão “Big Brother”, elemento de maior destaque da obra representava a visão de futuro do autor, do que poderia vir a ser o papel de controle do cidadão pelas tecnologias de comunicação.

Não obstante, mas sob outro contexto de mundo, a internet representa hoje o papel da “Grande Irmã” que nos acompanha por meio das redes midiáticas e telemáticas. Cumpre juntamente com as outras mídias, de forma convergente um papel que abrange informação, esclarecimento, pesquisa, educação, entretenimento, etc.

O projeto Votenaweb desenvolvido pela Webcitizen, ao qual fui apresentado e tive a oportunidade de conhecer, representa um bom exemplo de como a internet pode ser utilizada para o bem e contribuir para a educação, o esclarecimento e a participação do cidadão.

Por meio do site www.votenaweb.com.br todos podem acompanhar e participar das discussões e decisões do Congresso Nacional, os projetos apresentados podem ser apreciados e comentados pelos internautas, podem, também, ser compartilhados nas redes sociais e de forma participativa serem influenciados. Ou seja, o site Votenaweb representa uma ferramenta de inclusão política do cidadão, pois, através dele as atuações dos representantes legislativos podem ser acompanhadas e avaliadas para confirmação de seus respectivos valores, quando neles foram depositados os nossos votos e podem assim balizar nossas futuras decisões eleitorais.

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* Sérgio Arreguy é publicitário, Especialista em Novas Tecnologias de Comunicação, Mestre em Comunicação, Educação e Administração, Consultor de Comunicação e Marketing, Vice-Presidente da Academia Mineira de Marketing e Coordenador do Curso de Comunicação Social da Universidade FUMEC.

14 de setembro de 2010

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5 sites para votar melhor

As eleições se aproximam e cada um se vira como pode. De um lado, os candidatos se esforçam em atrair atenção dos eleitores; de outro, os cidadãos se articulam para reunir informações e decidir quem merece (ou não) o seu voto.

Na cultura participativa em que estão inseridos, os cidadãos estão habilitados a promover práticas sociais em torno da tecnologia e acionar recursos para expressar sua opinião criando conteúdos. Os eleitores tem a oportunidade de expandir suas opiniões, mobilizar mais pessoas, compartilhar argumentos e gerar discussões sobre o que acreditam e transformar o processo político.

A Webcitizen faz parte desse movimento. Prata da casa, os projetos Votenaweb e Eu Lembro são ferramentas que ajudam o cidadão a acompanhar as atividades políticas e se informar melhor sobre seus candidatos. Além desses, nós listamos aqui mais 5 iniciativas que podem te ajudar a votar melhor. Confira ai!

5 sites para votar melhor

Sem Sujeira
O site reúne demonstrações de irresponsabilidade ambiental que ocorre durante o período de campanha política em todo o Brasil, sobretudo no que diz respeito à poluição visual nas cidades. Os usuários podem enviar imagens e informar o endereço do local onde as irregularidades foram feitas e localizar as ocorrência no mapa. O objetivo é reivindicar uma prestação de contas a respeito de como os candidatos direcionam suas estratégias de campanha, levando em consideração o cuidado com o ambiente que  pretendem governar.

Eleitor 2010
A proposta do site é criar uma rede de fiscalização colaborativa das eleições de 2010, segundo a ótica do eleitor. Toda a produção de conteúdo é focada no testemunho do eleitor, que pode denunciar irregularidades e abusos do período de campanha.

Google Eleições
O Google cruzou suas ferramentas para fazer um levantamento das atividades dos presidenciáveis no período de eleições. Dá para acompanhar a agenda de cada um deles pelo mapa, monitorar o volume de buscas sobre cada nome realizada no Google e ainda enviar perguntas via Youtube para os candidatos.

Questão Pública
O site deseja traçar a afinidade entre eleitores e candidatos ao senado Federal comparando as opiniões de ambos em resposta a perguntas polêmicas que estão na pauta da sociedade civil. Após responder a um questionário de 35 perguntas (também aplicado aos políticos), o eleitor pode comparar suas escolhas às do candidato e avaliar suas intenções de voto.

Ficha Limpa
Criado a partir do Projeto de Lei de Iniciativa Popular conhecido como Ficha Limpa, o site traz um cadastro voluntário e de políticos que atendem à Lei Ficha Limpa e se comprometem com a transparência de sua campanha eleitoral, através da prestação de contas semanal. Os eleitores podem consultar o cadastro de diferentes formas: por Estado, partido, nome/número do candidato, cargo eletivo, gênero, idade, cor e etnia. A partir dessas e outras informações sobre a vida pregressa dos candidatos às eleições, a proposta é contribuir tornar mais rígidos os critérios para viabilizar uma candidatura política.

Por Patrícia Scofield e Rodrigo Moreira

9 de setembro de 2010

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Para fazer a diferença

Voluntários do Reino Unido e Irlanda apontam caminhos para fortalecer a cidadania digital com desdobramentos no mundo offline.

Questões internacionais de grande escala como alterações climáticas, reformas políticas e da economia podem ter uma solução a partir de iniciativas simples da sociedade civil. Quem afirma é a Comissão de Inquérito sobre o futuro da sociedade civil no Reino Unido e Irlanda, grupo que estuda a importância da atividade cívica para fazer mudanças globais. A partir de estudos feitos até o mês de março deste ano, a comissão lançou, em Cardiff, o relatório Making Good Society. O documento defende a exploração do potencial da internet para mobilizar o voluntariado e o momento oportuno para a ação por parte das empresas e sindicatos.

De acordo com o relatório, é preciso proteger as liberdade civis e de expressão, e manter a democracia para que seja possível um maior engajamento cívico, inclusive com apoio dos políticos. Para isso, a comissão sugere o reforço do poder local, fortalecendo autarquias de bairros, por exemplo, que são mais próximos das pessoas que o próprio governo nacional e permitem maior diálogo.

Para fazer a diferença

Trabalhos voluntários articulados em redes virtuais se materializam para promover uma melhor convivência entre comunidades

Outro apoio é o da mídia, que pode ajudar a trazer mais transparência e responsabilização nas áreas de meio ambiente, economia e política. A ferramenta central apontada pela comissão é a internet, por meio de blogs e organizações on-line que ajudam a promover a consciência global, a facilidade no acesso de dados e uma diversidade de temas.  Para os autores, a fase atual é a ideal para que as ideias das comunidades voluntárias sejam concretizadas, já que há uma crise de confiança nas instituições políticas tradicionais (com exceção do terceiro setor – ONGs e fundações).

Acesse o link do relatório Making Good Society, em inglês, para mais informações

Fonte: Guardian.co.uk

Por Patrícia Scofield

13 de agosto de 2010

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Votos reais, partido virtual

Como a internet e as novas tecnologias estão configurando a articulação de iniciativas democráticas? Uma pista foi dada aqui, num recente post que indagava: Podemos, todos nós, governar? Se dirigirmos a pergunta aos idealizadores do Senator Online (SOL), a resposta certamente será “sim”.

O SOL é um partido político virtual criado para representar o desejo da maioria dos cidadãos australianos. Funciona assim: no site do partido, as leis que irão à votação no Congresso são exibidas. As pessoas votam na alternativa que acreditam ser a melhor escolha. De posse do resultado, o representante do partido vota no congresso de acordo com a decisão da maioria.

Os proponentes do partido defendem um sistema de representação que devolva voz aos cidadãos e diminua influências de corporações e lobistas nas decisões políticas do país. A proposta baseia-se em utilizar a internet como meio de aproximação entre cidadãos e política, reunindo informações sobre leis, políticos e atividades do congresso, que poderão estimular discussões e trocas entre os cidadãos. O partido explica que não apresenta nenhuma agenda política ou plataforma e que a intenção é mesmo disponibilizar informação imparcial sobre os projetos apresentados no Congresso, inclusive explicar as proposições de cada um com listagem de argumentos contra e a favor.

Senator Online

Senator Online é o primeiro (e único) partido virtual na Austrália

O site se encontra ainda em fase de pré-eleições, o que significa que o candidato do partido (já anunciado) ainda precisa entrar em campanha e ser oficialmente eleito para que o ideal do projeto seja posto em prática. Todas as propostas são abertas ao debate, do layout do site à dinâmica de como acontecerão os votos, a idéia é construir tudo colaborativamente.

A proposta do SOL levanta algumas questões sobre como as articulações democráticas se configurarão num futuro bem próximo. O trabalho dos políticos poderá se resumir apenas a uma função operacional de acordo com a vontade da maioria? O que impedirá que escolhas motivadas por resoluções de curto prazo, como por exemplo a rejeição de impostos necessários, sejam acatadas? Como grupos de minorias poderão ter sua opinião validada? Quais as novas habilidades os políticos deverão somar à sua atuação no mundo virtual?

Acompanharemos as transformações.

Por Rodrigo Moreira

16 de julho de 2010

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Você tem fome de quê?

“Quando as pessoas praticam ou fruem o teatro, elas sentem o desejo de mudar a vida, de repensá-la”, essa foi uma das marcantes afirmações que Eduardo Moreira, co-fundador do Grupo Galpão e filósofo, fez em sua palestra no TEDx SP.

A ideia de relatar a experiência do grupo de teatro de rua para mostrar a importância da arte como instrumento de afirmação da cidadania levou Eduardo a contar histórias que exprimem o lado social do teatro. Além disso, as histórias mostram como é possível desencadear caminhos positivos, como o da doméstica de Uberlândia que seguiu seu desejo: sem aptidões para se tornar atriz, tornou-se professora.

Em um momento, ele afirma que as pessoas também precisam de “imaginar, de exercer a fantasia”. O filosófo se referia ao alimento para alma, a necessidade que nutre nossos desejos e, muitas vezes, serve de combustível para lutarmos por nossas ideias e ideais.

Veja a apresentação e caso se emocione com a carta lida por ele no final, apenas saiba que você não foi o único, muitas lágrimas escorreram nos rostos de muitos ouvintes no dia do TEDx SP.

Por Vinícius Lacerda

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