Aproximando cidadãos
1 de outubro de 2010
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Entretenimento Digital
webcidadania
Agora, na internet, pontos já podem compensar o total de carbono lançado na atmosfera. É que uma invenção suíça permite que os usuários da rede social Neo.org troquem os chamados neos por plantações de árvores pelo mundo.
Os participantes são pessoas interessadas em mudar a realidade do planeta que, além de colecionarem esses pontos, deixam declarações pelo bem-estar internacional. O que você precisa fazer é pontuar, ou melhor, conseguir os neos, e para isto, basta postar uma causa a favor do meio ambiente, especialmente pelo reflorestamento.
O site é operado pelo Instituto Neo Stiftung, independente e neutro, com financiamento de doadores particulares de todo o mundo. Por meio de posts e manifestações de apoios às causas apresentadas por lá, esses voluntários e parceiros globais ajudam a formar a Declaração de Cidadania Global.
Esse documento é importante porque valoriza as mudanças que podem ser feitas por pequenos grupos de cidadãos e permitem uma reflexão sobre a visão de mundo e as formas de pensamento sobre ele. A iniciativa é uma novidade da rede mundial de computadores para manter um modo de vida sustentável. Para aderir ou buscar outras informações, acesse.
Por Patrícia Scofield
22 de setembro de 2010
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Democracia
Eleições
Representatividade política
O Votenaweb foi desenvolvido com o objetivo de ajudar o cidadão a acompanhar de perto o trabalho dos parlamentares. Uma das possibilidades mais interessantes que a plataforma oferece é comparar os votos dos cidadãos com os votos dos parlamentares e analisar o nível de afinidade com aqueles que elegemos. È fácil verificar os projetos de lei que tiveram votações opostas entre usuários do site e nossos parlamentares. Essas comparações nos levam a pensar na questão da representatividade política e como a democracia funciona na prática.
No dia 21 de julho uma comissão da Câmara dos Deputados reprovou por unanimidade um projeto de lei que havia sido aprovado pelos usuários do Votenaweb. Mais de 240 pessoas votaram a favor de um projeto de lei que foi rejeitado em caráter conclusivo por uma única comissão que analisou o mérito. Apenas 25 dos 513 deputados participaram da votação oficial. O projeto em questão pretendia obrigar pessoas com cargos públicos vitalícios a fazerem exames periódicos para verificar a saúde mental e a aptidão para continuar exercendo a função.
Outro projeto de lei que demonstrou incompatibilidade entre cidadãos e parlamentares é sobre eleições. Mais de 350 pessoas disseram NÃO ao projeto de lei que quer proibir que candidatos políticos sejam presos 15 dias antes das eleições, no entanto, os 12 senadores que nos representavam na votação foram unânimes a favor da proposta. O projeto está agora em votação na Câmara dos Deputados.
No Governo representativo confiamos no discurso de um candidato e o elegemos para fazer tarefas por nós. Representar significa “fazer às vezes do outro”, o que implica uma relação de confiança. Há então uma transferência de poder aos candidatos eleitos, mas isso não significa que o cidadão pode se distanciar totalmente das decisões políticas. Esse abandono permite que os eleitos “surrupiem” a soberania popular para si, possibilitando assim, que deputados e senadores façam escolhas opostas às que queremos e o pior, sem nosso conhecimento.
Quando o cidadão percebe que seus representantes não estão correspondendo às suas expectativas, a falta de representatividade pode deslegitimar o processo democrático. Neste momento, o desafio é saber como garantir uma boa representatividade e resgatar a credibilidade política.
Neste caso, a informação é o principal caminho. Eleitores devidamente informados sabem que a eleição não é a única forma de participação política e que idéia de que o eleitor decide os rumos da sociedade por meio do voto é uma “meia verdade”. O rumo da sociedade é decidido no dia-a-dia das câmaras municipais, assembléias, Senado e Congresso. Nestes locais são tomadas as decisões que afetam diretamente a nossa vida. O voto é o primeiro passo que precisa ser dado com consciência e responsabilidade para que a representatividade política não seja uma grande mentira.
É importante ressaltar que o fato de a comissão de deputados ter votado diferente do que população votaria não significa, necessariamente, que os políticos estavam errados. É preciso considerar também que as comissões estudam a questão, o que nem sempre faz o cidadão comum. Nem sempre os cidadãos estão certos e os políticos estão errados. O fundamental é que o cidadão compreenda seu papel e assuma responsabilidades. O eleitor não pode abandonar o processo democrático após as urnas, ele precisa estar atento e acompanhar mais de perto as decisões.
Por Dani Larama
21 de setembro de 2010
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Dia Mundial Sem Carro
Na próxima quarta-feira, dia 22 de setembro, a dica é tirar sua bicicleta da garagem e não seu carro. Nessa data acontecerá o Dia Mundial Sem Carro, criado para conscientizar as pessoas de que é possível diminuir o uso do automóvel no cotidiano, já que o setor de transportes é responsável por 15% dos gases que causam o aquecimento global e a mudança climática.
Nascida na França, em 1998, a ideia começeou em apenas 35 cidades, hoje são mais de 2 mil apoiando a iniciativa. Em Belo Horizonte, serão realizadas várias atrações e encontros para comemorar dia. Aos poucos, a cidade vai aderindo ao movimento que chegou por aqui em 2005 e conta com mais de 170 ciclistas.
Em São Paulo, está em movimento o projeto ArteMobilidade, que incentiva o deslocamento nas ruas sem carros. Para conseguir dinheiro, o grupo desenvolveu um meio peculiar: pede camisas para doação (em bom estado, é claro), pintam e depois vendem. As quantias arrecadas são destinadas para iniciativas como o Projeto Mão na Roda, uma oficina comunitária de bicicletas.
Por Vinícius Lacerda e Patrícia Scofield
17 de setembro de 2010
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Dia Mundial da Limpeza
Mobilização
Sustentabilidade
Neste 18 de setembro, sábado, mais de oito mil voluntários pelo mundo vão se mobilizar para limpar toneladas de lixo em parques, praça e outros locais públicos pelo país. A proposta faz parte do Projeto vinculado à Organização das Nações Unidas (ONU) chamado Clean Up The World 2010 (Limpando o Planeta 2010), realizado pelo oitavo ano consecutivo.
Simultaneamente, dezenas de locais estarão coordenados pelo Instituto Ecológico Aqualung – IEA, realizando o Dia Mundial de Limpeza. Serão mais de 125 países onde cerca de 35 milhões de voluntários serão mobilizados pela manhã em torno do tema deste ano: “International Year of Biodiversity” (Ano Internacional da Biodiversidade, em tradução livre).
A meta do Clean Up 2010 Brasil é coletar o maior número de materiais plásticos recicláveis, aumentar o número de voluntários e conscientizar a população para uma melhor gestão dos resíduos, geração de renda e menor impacto ambiental. Para isso, serão distribuídas mais de 25 mil sacolas oxi-biodegradáveis e luvas, para fazer a separação do lixo, qualificação e contagem.
Esse material recolhido será destinado à cooperativas e instituições de reciclagem, e ainda, será produzido e enviado um Relatório Final para a ONU. Tudo isso será anotado em uma Ficha de Coleta, para futuras pesquisas e análises dos resíduos e do microlixo encontrados. Os dados servirão para futuras campanhas e soluções pela diminuição dos grandes problemas atuais como Aquecimento Global, Mudanças Climáticas e doenças causadas nos seres vivos.
As cidades participantes serão Brasília – DF, Cabo Frio e Rio de Janeiro – RJ, Americana – SP, Curitiba – PR, Vila Velha – ES. Confira aqui os locais e participe!
Por Patrícia Scofield
14 de setembro de 2010
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Cidadania
Democracia
Engajamento
webcidadania
As eleições se aproximam e cada um se vira como pode. De um lado, os candidatos se esforçam em atrair atenção dos eleitores; de outro, os cidadãos se articulam para reunir informações e decidir quem merece (ou não) o seu voto.
Na cultura participativa em que estão inseridos, os cidadãos estão habilitados a promover práticas sociais em torno da tecnologia e acionar recursos para expressar sua opinião criando conteúdos. Os eleitores tem a oportunidade de expandir suas opiniões, mobilizar mais pessoas, compartilhar argumentos e gerar discussões sobre o que acreditam e transformar o processo político.
A Webcitizen faz parte desse movimento. Prata da casa, os projetos Votenaweb e Eu Lembro são ferramentas que ajudam o cidadão a acompanhar as atividades políticas e se informar melhor sobre seus candidatos. Além desses, nós listamos aqui mais 5 iniciativas que podem te ajudar a votar melhor. Confira ai!
Sem Sujeira
O site reúne demonstrações de irresponsabilidade ambiental que ocorre durante o período de campanha política em todo o Brasil, sobretudo no que diz respeito à poluição visual nas cidades. Os usuários podem enviar imagens e informar o endereço do local onde as irregularidades foram feitas e localizar as ocorrência no mapa. O objetivo é reivindicar uma prestação de contas a respeito de como os candidatos direcionam suas estratégias de campanha, levando em consideração o cuidado com o ambiente que pretendem governar.
Eleitor 2010
A proposta do site é criar uma rede de fiscalização colaborativa das eleições de 2010, segundo a ótica do eleitor. Toda a produção de conteúdo é focada no testemunho do eleitor, que pode denunciar irregularidades e abusos do período de campanha.
Google Eleições
O Google cruzou suas ferramentas para fazer um levantamento das atividades dos presidenciáveis no período de eleições. Dá para acompanhar a agenda de cada um deles pelo mapa, monitorar o volume de buscas sobre cada nome realizada no Google e ainda enviar perguntas via Youtube para os candidatos.
Questão Pública
O site deseja traçar a afinidade entre eleitores e candidatos ao senado Federal comparando as opiniões de ambos em resposta a perguntas polêmicas que estão na pauta da sociedade civil. Após responder a um questionário de 35 perguntas (também aplicado aos políticos), o eleitor pode comparar suas escolhas às do candidato e avaliar suas intenções de voto.
Ficha Limpa
Criado a partir do Projeto de Lei de Iniciativa Popular conhecido como Ficha Limpa, o site traz um cadastro voluntário e de políticos que atendem à Lei Ficha Limpa e se comprometem com a transparência de sua campanha eleitoral, através da prestação de contas semanal. Os eleitores podem consultar o cadastro de diferentes formas: por Estado, partido, nome/número do candidato, cargo eletivo, gênero, idade, cor e etnia. A partir dessas e outras informações sobre a vida pregressa dos candidatos às eleições, a proposta é contribuir tornar mais rígidos os critérios para viabilizar uma candidatura política.
Por Patrícia Scofield e Rodrigo Moreira
9 de setembro de 2010
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Cidadania
Democracia
Voluntários do Reino Unido e Irlanda apontam caminhos para fortalecer a cidadania digital com desdobramentos no mundo offline.
Questões internacionais de grande escala como alterações climáticas, reformas políticas e da economia podem ter uma solução a partir de iniciativas simples da sociedade civil. Quem afirma é a Comissão de Inquérito sobre o futuro da sociedade civil no Reino Unido e Irlanda, grupo que estuda a importância da atividade cívica para fazer mudanças globais. A partir de estudos feitos até o mês de março deste ano, a comissão lançou, em Cardiff, o relatório Making Good Society. O documento defende a exploração do potencial da internet para mobilizar o voluntariado e o momento oportuno para a ação por parte das empresas e sindicatos.
De acordo com o relatório, é preciso proteger as liberdade civis e de expressão, e manter a democracia para que seja possível um maior engajamento cívico, inclusive com apoio dos políticos. Para isso, a comissão sugere o reforço do poder local, fortalecendo autarquias de bairros, por exemplo, que são mais próximos das pessoas que o próprio governo nacional e permitem maior diálogo.

Trabalhos voluntários articulados em redes virtuais se materializam para promover uma melhor convivência entre comunidades
Outro apoio é o da mídia, que pode ajudar a trazer mais transparência e responsabilização nas áreas de meio ambiente, economia e política. A ferramenta central apontada pela comissão é a internet, por meio de blogs e organizações on-line que ajudam a promover a consciência global, a facilidade no acesso de dados e uma diversidade de temas. Para os autores, a fase atual é a ideal para que as ideias das comunidades voluntárias sejam concretizadas, já que há uma crise de confiança nas instituições políticas tradicionais (com exceção do terceiro setor – ONGs e fundações).
Acesse o link do relatório Making Good Society, em inglês, para mais informações
Fonte: Guardian.co.uk
Por Patrícia Scofield
2 de setembro de 2010
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dados
webcidadania
O acesso a conteúdos restritos já é realidade, de forma que as informações antes tidas como confidenciais estão disponíveis a todos os cidadãos.
Em Harvard, o pesquisador do Centro Berkman para Internet e Sociedade Ethan Zuckerman lançou uma plataforma open-source que compartilha notícias e opiniões da mídia cidadã em mais de 150 nações. Chamado Media Cloud, o aplicativo traduz o conteúdo de mais de 30 idiomas, publica em 20 línguas, permite a análise quantitativa da mídia e a utilização da nova tecnologia por ativistas. Para isso, ele conta com a comunidade Global Voices, co-fundada com Rebecca MacKinnon e com a Fundação Geekcorps Zuckerman, enviando mais de 100 especialistas voluntários para trabalharem na África Ocidental, por exemplo.
Outro esforço internacional é a dos WikiLeaks, uma organização internacional sem fins lucrativos, sediada na Suécia, que publica em seu site posts de fontes anônimas, documentos, fotos e informações de governos ou empresas. O estudante de pós-graduação Drew Conway utilizou observações sobre os ataques talibãs no Afeganistão para fornecer um resumo gráfico. O banco de dados livre também serviu para análise estatística sobre a propagação do combate, de 2004 a 2
“Por exemplo, no recente gráfico que eu postei, muitas pessoas foram percebendo o crescente número de ataques em torno do ‘anel viário no Afeganistão’, ao longo do tempo, e vendo isso como uma indicação do Taliban a tentativa de minar o governo do Afeganistão cortando as aldeias uns dos outros”, afirma Conway. O trabalho reflete em parte o comportamento militar interno dos Estados Unidos e a expansão das forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte em diferentes partes do país.

Julian Assange fundou o WikiLeaks, organização que publica em seu site posts de fontes anônimas e informações até então sigilosas de governos ou empresas
Por Patrícia Scolfield
1 de setembro de 2010
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Isso não é normal
mudanças climáticas
Nordeste
Está no ar a terceira edição do site !sso Não É Normal, uma coleção de três estudos de caso que ajudam a entender o impacto das mudanças climáticas no Brasil. O primeiro foi sobre uma cidade (São Paulo), o segundo sobre um estado (Santa Catarina). O terceiro, que entrou no ar esta semana, é sobre a região Nordeste.
O Nordeste é, disparado, a região mais vulnerável do Brasil às mudanças climáticas. Seu PIB pode ser brutalmente afetado, perdendo cerca de 11% da economia em 40 anos. Sua costa pode ser parcialmente engolida pelo mar, causando um prejuízo de dezenas de bilhões de reais. Seu interior pode ser invadido pela desertificação, aniquilando uma grande porcentagem das terras produtivas (no Ceará, por exemplo, 80% delas estão ameaçadas). Suas cidades podem ser alagadas por enchentes letais, como aliás já aconteceu este ano.
O site, criado em parceria entre a Webcitizen e o coletivo de fotografia paulistano Cia de Foto, tenta discutir todos esses assuntos com uma grande diversidade de abordagens. O conteúdo do site é formado por reportagens, análises, mapas, infográficos, vídeos, entrevistas, ensaios fotográficos, arte, ciência. Nosso objetivo é envolver o Brasil nessa discussão. Afinal, a grande maioria dos efeitos das mudanças climáticas pode ser diminuída sensivelmente se agirmos rápido e decididamente.
!sso Não É Normal é um convite à ação, não um lamento.
Você é nosso convidado.
Por Denis Burgierman
Como vocês puderam acompanhar nos vídeos postados no decorrer deste ano, o TEDx SP foi um ninho de boas ideias. A palestra da socióloga Maria Alice Setubal não foi diferente. Ela apresentou uma linha de pensamento na qual deixa claro a importância da educação como instrumento fundamental para o combate à desigualdade social do país.
Para Maria Alice, o Brasil guarda uma pluralidade cultural que deve ser vista como potencial de nossa sociedade. É considerando esta pluralidade e a necesidade de diminuir a desigualdade que a ONG Cenpec (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitároi) foi criada. Maria Alice é diretora da ONG que trabalha com o desenvolvimento humano e comunitário sustentável.
Na palestra, a socióloga mostrou exemplos de estudantes que tiveram a vida influenciada pela Cenpec e pelos prêmios realizados, como a Olimpíada de Língua Portuguesa. Além de afirmar o quanto é importante investir em projetos educacionais que façam a diferença. Assista o vídeo e entenda mais sobre o papel e a importância da educação para o Brasil.
Por Vinícius Lacerda
24 de agosto de 2010
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10perguntas
Democracia
eleições 2010
Tranparência
Assim como está acontecendo em vários países no mundo, a cultura da participação está ganhando forças aqui no Brasil também. Diversas ações não governamentais estão conseguindo promover o diálogo sobre questões como cidadania e transparência, fortalecendo a nossa democracia. Uma das iniciativas mais recentes é a plataforma 10 Perguntas, que teve sua origem nos Estados Unidos e, neste ano eleitoral, chegou ao Brasil com o intuito de promover um debate mais aprofundado entre cidadãos e candidatos por meio da internet.
Nesse canal, qualquer pessoa pode enviar uma pergunta que gostaria que fosse respondida pelos candidatos à Presidência, sem precisar passar pelo filtro das mídias tradicionais. As dez perguntas mais votadas pelos usuários do site serão encaminhadas aos candidatos. Por meio do mecanismo de votação, os cidadãos poderão aprovar ou reprovar as respostas. Envie sua pergunta por escrito ou em vídeos do Youtube até o dia 3 de setembro. Os candidatos terão até 1 de outubro para postar suas respostas em vídeo.
Ao ler as perguntas do site, percebi que ainda não questionaram os candidatos sobre a questão da transparência de dados públicos. Este tema está em debate no mundo todo, e é fundamental que nosso futuro presidente compreenda o quanto é importante facilitar o acesso às informações sobre atos governamentais, fazendo com que o sigilo seja exceção e não a regra. Sendo assim, resolvi enviar uma pergunta aos candidatos por meio da plataforma 10perguntas.
Assista ao vídeo com a pergunta que eu enviei e, se você também quer que os candidatos respondam, vote aqui.
Por Priscila Marcenes